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Ecossis fala sobre a resolução 433 ao Jornal do Comércio

Recentemente publicada, a resolução do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) 433, que trata dos procedimentos para licenciamento de empreendimentos eólicos no Rio Grande do Sul, é vista por agentes do setor de energia como uma ferramenta que aumentará a segurança jurídica para que novos complexos nessa área sigam adiante. Um ponto abordado pela norma foi o estabelecimento de classes para os projetos considerando não somente o porte das usinas a serem construídas, mas também a sua “sensibilidade ambiental”, ou seja, a perspectiva dos impactos levando em conta o zoneamento eólico do Estado.

A preocupação ambiental é um ponto que não pode mais ser ignorado pelas empresas que pretendem investir em empreendimentos de infraestrutura. Para o diretor-executivo da Ecossis Soluções Ambientais (consultoria que atua com projetos de energia eólica, além de iniciativas em outras áreas), Gustavo Leite, há hoje maior maturidade dos empreendedores quanto às questões de sustentabilidade, que estão sendo tratadas de uma forma mais profissional.

Ele atribui esse cenário ao aumento da consciência ambiental, mas também porque atualmente cuidados nesse sentido refletem na valorização das empresas. Leite adverte que deverá ocorrer um crescimento muito grande do número de projetos nos segmentos de energia e infraestrutura, quando forem superados os reflexos da pandemia. “Vai ter tanta coisa engavetada, vai ser uma explosão, e os órgãos de fiscalização não estarão preparados, então foi um passo interessante ser gerado um documento norteador (resolução 433) que de fato traz segurança jurídica, por meio da clareza das regras do jogo”, argumenta o diretor-executivo da Ecossis.

 

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