COP15 da CMS abre chamada para eventos paralelos no Brasil
A Convenção sobre Espécies Migratórias (CMS), em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), abriu chamada para a submissão de eventos paralelos da COP15, que será realizada em Campo Grande (MS).
A COP15 da CMS é um dos principais encontros internacionais voltados à conservação de espécies migratórias, reunindo governos, especialistas, organizações e representantes do setor produtivo para discutir temas como conectividade ecológica, impactos de empreendimentos sobre rotas migratórias e cooperação internacional em biodiversidade.
Os debates realizados nesse fórum costumam subsidiar diretrizes técnicas, políticas públicas e práticas adotadas em estudos ambientais e processos de licenciamento, especialmente em projetos de infraestrutura, energia e empreendimentos lineares.
A Ecossis acompanha as discussões e iniciativas relacionadas à agenda ambiental nacional e internacional, considerando sua relevância para a evolução dos instrumentos de gestão ambiental e para o planejamento de projetos sustentáveis.
Fonte: GOVBR
Glossário climático-tech: 10 termos essenciais para acompanhar o debate
Conferências climáticas, relatórios técnicos e notícias sobre sustentabilidade estão repletos de siglas e conceitos que nem sempre são explicados. Para quem quer acompanhar o debate sem se perder no jargão, reunimos dez termos que aparecem com frequência quando tecnologia e clima se encontram.
- MRV (Monitoramento, Relato e Verificação):
O tripé que sustenta qualquer compromisso ambiental sério. Monitorar significa coletar dados sobre emissões, uso do solo ou conservação. Relatar é transformar esses dados em informações acessíveis. Verificar é garantir que o que foi relatado corresponde à realidade. Sem MRV robusto, metas climáticas viram declarações de intenção. - NDC (Contribuição Nacionalmente Determinada):
São os compromissos climáticos que cada país apresenta no âmbito do Acordo de Paris. Cada nação define suas próprias metas de redução de emissões e adaptação, revisando-as periodicamente. A credibilidade das NDCs depende diretamente da capacidade de monitorar e verificar seu cumprimento. - Blockchain:
Uma tecnologia de registro distribuído onde informações são armazenadas em blocos encadeados, validados por múltiplos participantes. Uma vez registrado, o dado não pode ser alterado sem deixar rastro. No contexto ambiental, serve para criar trilhas de auditoria confiáveis para créditos de carbono, certificações e cadeias de custódia. - Tokenização:
O processo de representar um ativo real como um token digital em blockchain. Um crédito de carbono tokenizado, por exemplo, pode ser fracionado, transferido e rastreado com facilidade. A tokenização promete dar liquidez e transparência a mercados ambientais, mas exige padrões claros para funcionar. - IoT (Internet das Coisas):
Rede de dispositivos físicos como sensores, medidores, câmeras, conectados à internet e capazes de coletar e transmitir dados automaticamente. No contexto climático, sensores IoT monitoram qualidade do ar, umidade do solo, níveis de água e focos de calor, alimentando sistemas de gestão ambiental em tempo real. - Oráculo:
No universo blockchain, oráculos são mecanismos que trazem dados do mundo externo para dentro da rede. O “problema do oráculo” é garantir que esses dados sejam confiáveis na origem. De nada adianta um registro imutável se a informação que entra já está errada. - Smart Contract (Contrato Inteligente):
São programas autoexecutáveis que rodam em blockchain. Quando condições predefinidas são atendidas, o contrato executa ações automaticamente, como liberar um pagamento. Em programas ambientais, smart contracts podem automatizar a remuneração por serviços ecossistêmicos assim que sensores confirmam a preservação de uma área. - Greenwashing:
A prática de transmitir uma imagem ambientalmente responsável sem lastro real. Empresas ou países podem inflar resultados, usar metodologias frágeis ou simplesmente mentir. Tecnologias de verificação existem justamente para dificultar o greenwashing, tornando alegações auditáveis. - Crédito de Carbono:
Um certificado que representa a redução ou remoção de uma tonelada de CO₂ equivalente da atmosfera. Pode ser gerado por projetos de reflorestamento, energia renovável ou conservação florestal. Créditos são comprados por empresas ou governos para compensar suas próprias emissões. - Dupla Contagem:
O erro (ou fraude) de contabilizar a mesma redução de emissões mais de uma vez. Isso pode acontecer quando um crédito de carbono é vendido para uma empresa e, ao mesmo tempo, contabilizado na meta nacional do país onde o projeto está. Sistemas de registro em blockchain ajudam a evitar esse problema ao criar identificadores únicos e rastreáveis.
Por que isso importa?
Esses termos não são apenas jargão técnico. Eles descrevem as engrenagens de um sistema em construção que pretende transformar promessas climáticas em resultados verificáveis. Conhecer o vocabulário é um dos primeiros passos para participar do debate e cobrar consistência de quem assume compromissos.
Comitê de Compensação Ambiental Federal destina R$433 milhões para Unidades de Conservação
O Comitê de Compensação Ambiental Federal (CCAF) aprovou a destinação de R$ 433 milhões para o fortalecimento de Unidades de Conservação federais, conforme divulgado pelo Ibama em 2026. A decisão representa um dos maiores aportes recentes de recursos voltados à compensação ambiental no país.
Os valores têm origem em processos de licenciamento ambiental de empreendimentos de significativo impacto e serão aplicados em ações voltadas à estruturação, implementação e gestão das Unidades de Conservação, instrumento central da política ambiental brasileira.
A compensação ambiental é um mecanismo previsto na legislação que busca equilibrar impactos inevitáveis de grandes empreendimentos, direcionando recursos para a conservação da biodiversidade, a proteção de ecossistemas e o fortalecimento da gestão territorial.
Financiamento ambiental e governança
A decisão do Comitê ocorre em um contexto em que a governança ambiental e a efetividade na aplicação de recursos públicos e privados ganham cada vez mais atenção. A alocação de valores dessa magnitude reforça a importância de critérios técnicos claros, planejamento estratégico e mecanismos de acompanhamento que garantam que os recursos resultem em benefícios concretos para as áreas protegidas.
Além do impacto direto nas Unidades de Conservação, a medida também reacende o debate sobre transparência, rastreabilidade e controle na execução da compensação ambiental, especialmente diante da complexidade dos projetos e da diversidade de territórios envolvidos.
Papel das Unidades de Conservação
As Unidades de Conservação desempenham papel fundamental na preservação da biodiversidade, na mitigação das mudanças climáticas e na oferta de serviços ecossistêmicos essenciais. Investimentos dessa natureza contribuem para ampliar a capacidade de gestão dessas áreas, apoiar ações de proteção, infraestrutura e planejamento, e fortalecer políticas públicas ambientais de longo prazo.
Segundo o Ibama, a destinação dos recursos segue as diretrizes do Comitê de Compensação Ambiental Federal e integra os esforços para consolidar a conservação ambiental como eixo estruturante do desenvolvimento sustentável no Brasil.
Fonte: IBAMA
Superando desafios de infraestrutura climática e ambiental com tecnologia
Quando se fala em tecnologia para o clima, o foco costuma recair sobre sensores, algoritmos e blockchain. Mas existe uma camada menos visível e igualmente crítica: a infraestrutura física que faz tudo isso funcionar. Data centers, redes de conectividade, fornecimento de energia, capacidade de processamento. Sem essa base, as soluções mais sofisticadas não saem do papel.
Nesse sentido, podemos começar pelo começo: data centers e como eles são, hoje, o coração da economia digital (e um de seus maiores consumidores de energia). Globalmente, essas instalações respondem por cerca de 1% a 1,5% do consumo elétrico mundial, com tendência de crescimento acelerado à medida que demandas por inteligência artificial e processamento de dados aumentam. Para quem trabalha com tecnologia climática, isso cria um paradoxo: as ferramentas que prometem ajudar o meio ambiente dependem de infraestruturas que pressionam o próprio meio ambiente.
A resposta não é abandonar a digitalização, mas exigir que ela seja feita de forma responsável. Data centers alimentados por fontes renováveis, sistemas de refrigeração eficientes, localização estratégica em regiões com matriz energética limpa. O Brasil, com sua predominância hidrelétrica e potencial solar e eólico, tem vantagens competitivas que ainda são subaproveitadas.
Nas pontas, a conectividade se destaca: monitorar a Amazônia, o Cerrado ou o Pantanal exige mais do que satélites. Exige conectividade no solo, com redes que permitam transmitir dados de sensores instalados em áreas remotas. Essa é uma das maiores lacunas da infraestrutura brasileira. Comunidades inteiras permanecem desconectadas, e com elas, os ecossistemas ao redor.
Iniciativas de conectividade rural e projetos de expansão de fibra óptica e redes móveis começam a preencher essa lacuna, mas o ritmo ainda é lento. Para que o monitoramento ambiental funcione em escala, é preciso tratar conectividade como infraestrutura básica, tão essencial quanto estradas ou energia elétrica.
Além da conectividade e do armazenamento dos dados, o processamento de grandes volumes de dados ambientais — imagens de satélite, séries históricas de sensores, modelos climáticos — exige capacidade computacional significativa. Hoje, boa parte desse processamento acontece em data centers fora do país, levantando questões sobre soberania de dados e dependência de infraestrutura estrangeira.
O fortalecimento de centros de processamento nacionais, vinculados a universidades, institutos de pesquisa e redes como a RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa), é parte da resposta. Manter dados ambientais brasileiros em infraestrutura brasileira não é apenas uma questão técnica, mas uma questão estratégica.
Toda essa infraestrutura consome energia. E a coerência exige que a energia consumida seja, ela própria, parte da solução climática. Data centers movidos a diesel ou carvão minam a credibilidade de qualquer projeto ambiental que rodem. A integração entre infraestrutura digital e matriz energética limpa precisa ser planejada desde o início, não tratada como detalhe posterior.
Por fim, o debate sobre tecnologia climática muitas vezes ignora que inovação depende de base física. Não basta desenvolver o melhor algoritmo de monitoramento se não há rede para transmitir os dados, nem energia limpa para alimentar os servidores, nem capacidade nacional para processar as informações. Infraestrutura é política pública e precisa ser tratada como prioridade se o Brasil quiser liderar a agenda climática com consistência.
A tecnologia está pronta. A pergunta é se a infraestrutura que a sustenta estará à altura do desafio.
Ecossis realiza 1ª campanha trimestral no reservatório Miringuava
Ecossis realiza 1ª campanha trimestral de monitoramento de fauna no Reservatório Miringuava
Entre os dias 19 e 26 de janeiro de 2026, a equipe de fauna da Ecossis Soluções Ambientais realizou a primeira campanha trimestral de monitoramento da fauna terrestre e aquática no reservatório Miringuava, localizado no município de São José dos Pinhais/PR. O trabalho é parte do programa de monitoramento contínuo da Companhia de Saneamento do Paraná (SANEPAR).
A atividade de campo contemplou o levantamento de diferentes grupos faunísticos, conduzido por biólogos especialistas em herpetofauna, mastofauna, ornitofauna e ictiofauna. O objetivo foi identificar, registrar e avaliar a presença e o comportamento das espécies silvestres na área de influência do reservatório, gerando dados que contribuam para o controle ambiental e a manutenção da biodiversidade local.
Durante a campanha, a equipe da Ecossis contou com o acompanhamento do biólogo Gilson Maruno, representante técnico da SANEPAR. Os profissionais da Ecossis envolvidos na campanha foram: Rodrigo Torres, Adriano Hauer, Lucilene Jacoboski e Luiz Ludowig.
Esse monitoramento periódico é essencial para verificar os impactos ambientais decorrentes da operação do reservatório e propor medidas de mitigação, em conformidade com a legislação ambiental e as condicionantes do licenciamento.
ABNT lança nova norma de sustentabilidade
O Inmetro publicou uma nova norma que estabelece diretrizes de sustentabilidade para o Programa Selo Verde, conforme divulgado pela Asmetro (Associação Brasileira de Metrologia).
A iniciativa reforça o papel da infraestrutura da qualidade na promoção de práticas sustentáveis, ao integrar critérios ambientais a processos de avaliação, conformidade e certificação. O Programa Selo Verde tem como objetivo orientar e reconhecer produtos, serviços e processos que atendam a parâmetros alinhados à sustentabilidade.
Segundo a Asmetro, a norma define diretrizes que contribuem para maior clareza, padronização e transparência na aplicação do Selo Verde, fortalecendo a confiança nos mecanismos de avaliação e no papel da metrologia como suporte às políticas ambientais e de desenvolvimento sustentável.
A publicação ocorre em um contexto de crescente demanda por instrumentos técnicos confiáveis que auxiliem empresas, governos e consumidores na tomada de decisão, especialmente diante dos desafios relacionados à agenda climática, à rastreabilidade de informações e à governança ambiental.
Fonte: ASMETRO
Flexibilização do licenciamento ambiental entra em vigor e é questionada no STF
Flexibilização do licenciamento ambiental entra em vigor e é questionada no STF
Entrou em vigor nesta quarta-feira a nova legislação que promove a flexibilização do licenciamento ambiental no Brasil. A medida, no entanto, já é alvo de ações no Supremo Tribunal Federal (STF), que questionam a constitucionalidade de trechos da norma, conforme noticiado pelo jornal O Globo.
As ações alegam que mudanças no licenciamento podem comprometer princípios constitucionais relacionados à proteção ambiental, à prevenção de danos e à segurança jurídica. O tema reacende o debate sobre o equilíbrio entre agilidade nos processos, desenvolvimento econômico e a garantia de critérios técnicos adequados para avaliação de impactos ambientais.
O licenciamento ambiental é um dos principais instrumentos da política ambiental brasileira, sendo responsável por avaliar riscos, definir condicionantes e estabelecer medidas de controle e mitigação de impactos. Alterações em sua estrutura normativa tendem a gerar efeitos diretos sobre empreendimentos, órgãos ambientais, comunidades afetadas e o próprio sistema de governança ambiental.
A judicialização do tema indica que os efeitos da nova legislação ainda deverão passar por um período de análise e interpretação pelo Judiciário, o que pode trazer implicações práticas para projetos em diferentes estágios de licenciamento.
A Ecossis acompanha de forma técnica e contínua a evolução do marco legal ambiental brasileiro, contribuindo para a análise dos impactos regulatórios e para o planejamento de projetos que demandam segurança jurídica, conformidade ambiental e decisões baseadas em critérios técnicos.
Fonte: OGLOBO
Governo lança plataforma Data.INPE para ampliar acesso a dados ambientais
O governo federal lançou a plataforma Data.INPE (https://data.inpe.br), um novo ambiente digital voltado à organização, disponibilização e acesso a dados produzidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
A iniciativa reúne, em um único portal, bases de dados ambientais, geoespaciais e científicos gerados por sistemas de monitoramento e pesquisa do INPE, ampliando a transparência e facilitando o uso dessas informações por órgãos públicos, pesquisadores, empresas, imprensa e sociedade civil.
O Data.INPE surge como uma evolução na forma de disponibilização dos dados, ao adotar uma estrutura mais integrada, acessível e orientada ao uso público, fortalecendo o papel da ciência como base para políticas ambientais, planejamento territorial e tomada de decisão.
Dados ambientais e políticas públicas
O INPE é responsável por alguns dos principais sistemas de monitoramento ambiental do país, utilizados como referência em temas como desmatamento, uso e cobertura da terra, queimadas, clima e observação da Terra. A centralização dessas informações em uma plataforma aberta contribui para maior consistência, rastreabilidade e interoperabilidade dos dados.
Ao facilitar o acesso a informações oficiais e padronizadas, o Data.INPE também fortalece o debate público qualificado e amplia as possibilidades de uso desses dados em estudos técnicos, análises ambientais, projetos de pesquisa e iniciativas de inovação.
Transparência, ciência e governança ambiental
A disponibilização estruturada de dados ambientais é um elemento central para a governança ambiental, especialmente em um contexto de crescente demanda por transparência, verificação independente e confiabilidade das informações utilizadas em relatórios, indicadores e políticas públicas.
Plataformas como o Data.INPE reforçam o papel da infraestrutura digital pública como suporte à agenda climática, à gestão ambiental e ao acompanhamento de compromissos assumidos pelo país em fóruns nacionais e internacionais.
Acesse a plataforma:
Ecossis conclui 5 anos de atuação técnica no Aeroporto Santos Dumont
Projeto reforça a expertise da empresa em gestão de risco de fauna aplicada a infraestrutura aeroportuária de alta complexidade.
A Ecossis Soluções Ambientais concluiu, em janeiro de 2026, o contrato de Monitoramento e Manejo de Fauna no Aeroporto Santos Dumont (SDU), no Rio de Janeiro, encerrando um ciclo de cinco anos de atuação contínua em um dos aeroportos mais estratégicos do país.
Executado entre outubro de 2020 e janeiro de 2026, o projeto representou uma atuação de alta responsabilidade técnica, voltada à gestão do risco de fauna e à segurança operacional aeronáutica, em conformidade com as exigências regulatórias da ANAC e com os padrões aplicáveis ao setor aeroportuário.
Durante a execução, a Ecossis conduziu monitoramentos sistemáticos, análises técnicas especializadas e ações de manejo direcionadas à mitigação de riscos, integrando ciência, estratégia e operação em ambiente urbano de alta complexidade.
Referência em gestão ambiental aplicada à aviação
Atuar em um aeroporto como o Santos Dumont exige rigor técnico, agilidade operacional e capacidade de integração entre segurança e meio ambiente. A experiência acumulada ao longo do contrato consolida a Ecossis como referência em projetos de monitoramento e manejo de fauna em áreas críticas de infraestrutura, especialmente no setor aeroportuário.
A condução do projeto envolveu equipe multidisciplinar especializada, gestão de dados ambientais e planejamento contínuo de ações, contribuindo para o fortalecimento da cultura de prevenção e controle de risco no empreendimento.
Expertise em projetos de grande porte
A conclusão do contrato reforça o posicionamento da Ecossis como parceira estratégica em empreendimentos que demandam soluções ambientais aplicadas a operações sensíveis e de alto impacto, onde a segurança operacional e a gestão ambiental caminham de forma integrada.
Com experiência consolidada em projetos de grande magnitude, a Ecossis segue atuando no desenvolvimento de soluções técnicas voltadas à mitigação de impactos, monitoramento ambiental e conformidade regulatória em diferentes setores da infraestrutura nacional.
Artigo técnico:
https://ecossis.com/www1/wp-content/uploads/2026/02/Resumo_Monitoramento-e-Manejo-de-Fauna-no-Aeroporto-Santos-Dumont_Rev01_05_09_25-1-1.pdf
Case completo:
https://ecossis.com/projects/manejo-de-fauna-aeroporto-santos-dumont-rj/



