Autor: Tamiris Carvalho

Agenda Sustentável 2025: principais eventos ambientais no Brasil

Agenda Sustentável 2025: principais eventos ambientais no Brasil!

O ano de 2025 será marcado por grandes eventos ambientais no Brasil, reunindo especialistas, líderes e ativistas para discutir soluções sustentáveis para o planeta.

Destaque especial para a COP30! Pela primeira vez, o Brasil sediará a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que acontecerá em Belém (PA). Um marco histórico para o país na luta contra as mudanças climáticas!

Além da COP30, outros eventos ambientais importantes já estão confirmados, promovendo debates essenciais sobre sustentabilidade, energia renovável, biodiversidade e muito mais!

Confira a agenda completa e prepare-se para participar:

Fonte: Instituto Água e Saneamento.

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Ecossis apresenta plataforma de BI para a PESA

Ecossis apresenta plataforma de BI como ferramenta de gestão para projeto da PESA

No dia 21 de março de 2025, a Ecossis Soluções Ambientais apresentou à equipe da PESA – Programa de Estudos e Sistematização Ambiental uma plataforma de Business Intelligence (BI) desenvolvida como ferramenta de apoio à gestão do projeto.

A solução visa promover controle, centralização e visualização estratégica de dados ambientais, operacionais e administrativos relacionados à execução do projeto. Com interface intuitiva e painéis personalizados, o BI permite acompanhar indicadores-chave, otimizar tomadas de decisão e garantir maior transparência e eficiência na gestão.

A apresentação reforçou o papel da tecnologia na estruturação e acompanhamento de projetos ambientais complexos, oferecendo recursos para monitoramento em tempo real, identificação de gargalos e rastreabilidade das ações desenvolvidas.

Tecnologia e inteligência de dados a serviço da sustentabilidade
A plataforma entregue à PESA representa um avanço na integração entre gestão ambiental e inovação digital, alinhando-se às boas práticas de governança e controle exigidas pelos órgãos ambientais federais, estaduais e municipais.

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OIKOS Blockchain

O OIKOS Blockchain é um projeto de pesquisa e desenvolvimento conduzido pelo Instituto Ecossis, com apoio do INMETRO e do CNPq, que busca aplicar tecnologias emergentes de blockchain e Internet das Coisas (IoT) à gestão e à segurança de indicadores ambientais. A iniciativa surgiu da necessidade de garantir transparência, rastreabilidade e integridade aos dados de monitoramento ambiental, fortalecendo a confiabilidade de informações essenciais para a sustentabilidade e o enfrentamento das mudanças climáticas.

A solução proposta utiliza uma arquitetura híbrida on-chain/off-chain, integrando sensores IoT responsáveis pela coleta de dados ambientais (como temperatura e umidade) a contratos inteligentes implementados na plataforma Hyperledger Fabric. Essa abordagem permite o registro imutável, verificação e auditoria de indicadores ambientais, promovendo maior segurança e confiança nos processos de monitoramento e nas relações entre empresas, órgãos reguladores e sociedade.

Atualmente, o OIKOS Blockchain encontra-se em fase de validação experimental, com protótipos testados em laboratório utilizando dispositivos IoT conectados a um Raspberry Pi. Os resultados preliminares indicam potencial de aplicação em sistemas corporativos de gestão ambiental, reforçando o compromisso da Ecossis com a inovação tecnológica e a sustentabilidade.

O projeto representa um passo estratégico no avanço das tecnologias digitais aplicadas ao meio ambiente, inserindo a Ecossis no cenário nacional de pesquisa em cibersegurança, blockchain e IoT voltadas à governança ambiental.

Artigos

Blockchain e Segurança de Indicadores Ambientais
Do analógico ao digital: Como a Nova Lei do Licenciamento Ambiental reforça a urgência por dados auditáveis e blockchain
Blockchain, Sustentabilidade e Ativos ambientais 
COP30: o Brasil lidera a nova era da ação climática
Ação Climática Real: Transparência como infraestrutura do futuro
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Aplicativos de Coleta de Dados Ambientais

Você já ouviu falar em aplicativos de coleta de dados ambientais em campo?

Essas ferramentas digitais vêm sendo desenvolvidas para facilitar o registro e o acompanhamento de informações ambientais, permitindo que equipes técnicas realizem o monitoramento diretamente no local das atividades, de forma simples e padronizada.

O que são os aplicativos de coleta de dados ambientais?

São soluções criadas para registrar, organizar e armazenar dados ambientais de campo de maneira segura e prática. Os aplicativos podem reunir informações como coordenadas geográficas, imagens, observações técnicas e resultados de medições, reduzindo o uso de formulários impressos e o retrabalho na transcrição de dados.

Para que servem esses aplicativos?

  • Padronizar e agilizar o registro de informações ambientais;

  • Facilitar a comunicação entre equipes de campo e escritório;

  • Garantir maior organização e rastreabilidade dos dados coletados;

  • Apoiar a elaboração de relatórios e o acompanhamento de atividades ambientais.

Como funcionam?

A Ecossis está desenvolvendo soluções compatíveis com dispositivos móveis, que permitem o registro offline e sincronização posterior dos dados. A proposta é oferecer uma ferramenta simples e eficiente, adaptável a diferentes tipos de monitoramento e às necessidades específicas de cada projeto.

Quais as vantagens e benefícios de contratar esse serviço com a Ecossis?

Com experiência em gestão ambiental e desenvolvimento de soluções tecnológicas, a Ecossis une conhecimento técnico e inovação para aprimorar a coleta e o controle de informações em campo, contribuindo para uma gestão ambiental mais organizada e confiável.

Como isso se relaciona com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)?

  • ODS 9 (Indústria, Inovação e Infraestrutura): estímulo à inovação tecnológica aplicada à sustentabilidade;

  • ODS 15 (Vida Terrestre): apoio ao monitoramento e à conservação ambiental.

A Ecossis segue investindo em tecnologia e pesquisa aplicada, fortalecendo a integração entre meio ambiente e transformação digital.

Entre em contato e saiba mais sobre nossos projetos e soluções tecnológicas.

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2026 vem aí: tendências blockchain e governança ambiental

O ano de 2025 terminou com a COP30 em Belém, colocando a Amazônia no centro do debate climático global. 2026 começa com uma pergunta: o que vem depois das promessas? A resposta passa, em boa medida, pela capacidade de transformar compromissos em sistemas verificáveis. E é aí que acreditamos que a tecnologia entra em cena. 

Regulação do mercado de carbono ganha tração 

O Brasil avançou na estruturação do seu mercado regulado de carbono, e 2026 deve ser o ano em que as regras começam a se traduzir em infraestrutura operacional. Isso significa registros digitais, sistemas de rastreabilidade e mecanismos para evitar a dupla contagem. Blockchain desponta como peça central dessa arquitetura, oferecendo trilhas de auditoria transparentes e resistentes a manipulação. 

Redes públicas ganham escala 

Iniciativas como a Rede Blockchain Brasil (RBB) e o Projeto Ilíada amadureceram nos últimos anos e, em 2026, a expectativa é que mais instituições públicas passem a utilizar essa infraestrutura compartilhada para aplicações que vão além do setor financeiro: certificação de documentos, rastreabilidade de cadeias produtivas e governança ambiental. A lógica é simples: se o dado precisa ser público e auditável, faz sentido usar uma rede pública e auditável. 

IoT e IA se integram à cadeia de confiança 

Sensores no campo, satélites em órbita, algoritmos processando imagens. Tudo isso já existe! O que 2026 promete é uma integração mais robusta entre essas camadas. Dados coletados por dispositivos certificados, validados por inteligência artificial e registrados em blockchain formam o que especialistas chamam de “trivergência”. O resultado é um sistema de monitoramento, relato e verificação (MRV) que não depende apenas de declarações, mas de evidências. 

Tokenização de ativos ambientais amadurece 

Créditos de carbono tokenizados deixam de ser experimento e começam a operar em escala. Isso serve para outros ativos: estoques de vegetação nativa, serviços ecossistêmicos, biodiversidade certificada. A tokenização permite fracionamento, liquidez e rastreabilidade. Mas também exige padrões claros e governança sólida para não virar mais uma promessa vazia. 

COP31 na Turquia: pressão por implementação 

Em novembro, os olhos do mundo se voltam para Antalya. A COP31 acontece sob a presidência de negociações da Austrália, com foco especial no Pacífico e nos países mais vulneráveis. Será que o Brasil chega com o dever de casa feito? A expectativa é que a conferência cobre resultados concretos, não apenas novas metas. Tecnologia de verificação será, mais uma vez, tema central. 

O que isso significa na prática 

Para quem trabalha na interseção entre tecnologia e meio ambiente, 2026 é um ano de consolidação. As peças estão posicionadas: redes públicas operacionais, regulação em movimento, ferramentas de monitoramento cada vez mais sofisticadas. O desafio agora é fazer tudo funcionar de maneira sincronizada, de forma que os dados falem por si e os compromissos possam ser cobrados com base em evidências. 

O ano promete menos anúncios e mais implementação. E isso, no fundo, é o que sempre se esperou. 

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Ecossis realiza campanha de monitoramento de ictiofauna nas UHEs da CERAN

Entre os dias 5 e 9 de janeiro de 2026, a Ecossis Soluções Ambientais executou a campanha semestral de amostragem da ictiofauna nas áreas de influência das Usinas Hidrelétricas Castro Alves (Nova Roma do Sul/RS), Monte Claro (Veranópolis/RS) e 14 de Julho (Cotiporã/RS), de titularidade da CERAN.

O monitoramento integra o projeto Monitoramento de ictiofauna para CERAN, iniciado em 2018 pela Ecossis, e tem como objetivo acompanhar as possíveis alterações nas populações de peixes decorrentes da operação dos empreendimentos. Essa análise contínua permite avaliar a estrutura da ictiocenose e os impactos sobre a biota aquática, além de retroalimentar medidas de mitigação e manejo já implementadas.

monitoramento da ictiofauna nas UHEs da CERAN - 012026 monitoramento da ictiofauna nas UHEs da CERAN - 012026

monitoramento da ictiofauna nas UHEs da CERAN - 012026 monitoramento da ictiofauna nas UHEs da CERAN - 012026

Atividades desenvolvidas

As atividades foram conduzidas em nove pontos de amostragem, definidos estrategicamente para representar diferentes trechos da área de influência dos reservatórios. Durante a campanha, foram utilizados os seguintes métodos de captura: redes de espera, espinhel, tarrafas e peneirões.

Nas espécies de interesse ecológico e econômico, foram coletados dados biométricos (peso, comprimento total), além de análises da biomassa estomacal e diagnóstico macroscópico das gônadas, para avaliação de sexo e estágio de maturação. Esses dados auxiliam no monitoramento do ciclo de vida e da reprodução das espécies.

Também foram registrados parâmetros ambientais como temperatura da água e do ar, pH, condutividade elétrica, oxigênio dissolvido, transparência e condições meteorológicas aparentes, utilizando equipamentos como a Sonda Multiparâmetros Horiba e Disco de Secchi.

Compromisso com a conservação da ictiofauna

A atuação da Ecossis visa garantir que as operações das UHEs mantenham conformidade com o licenciamento ambiental, preservando a integridade ecológica dos corpos hídricos impactados. A campanha contou com a participação dos profissionais Débora Antonetti, Janaína Rosa e Fernando Gil, especialistas em monitoramento da fauna aquática.

Todas as atividades seguem as diretrizes estabelecidas pelo IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, assegurando o cumprimento da legislação ambiental vigente.

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MMA abre prazo para submissão de propostas à Lei de Incentivo à Reciclagem

O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) abriu o prazo para a submissão de propostas à Lei de Incentivo à Reciclagem, com foco em projetos a serem executados ao longo de 2026. O instrumento tem como objetivo fomentar iniciativas voltadas à gestão de resíduos sólidos, reciclagem, economia circular e fortalecimento de cadeias produtivas sustentáveis.

A Lei de Incentivo à Reciclagem permite a destinação de recursos para projetos que contribuam para a redução de resíduos, a ampliação da reciclagem e a inclusão socioambiental, envolvendo municípios, cooperativas, organizações da sociedade civil e empresas. Entre as ações contempladas estão iniciativas de logística reversa, infraestrutura de reciclagem, educação ambiental e inovação em processos de reaproveitamento de materiais.

O incentivo representa um importante mecanismo de financiamento ambiental e pode gerar impactos positivos na implementação de políticas públicas relacionadas à gestão de resíduos sólidos, além de apoiar estratégias corporativas alinhadas a compromissos de sustentabilidade e ESG.

A Ecossis acompanha a evolução de instrumentos legais e políticas públicas que influenciam o cenário ambiental brasileiro, contribuindo para a análise técnica e o planejamento de projetos ambientais em diferentes setores.

Fonte oficial: MMA abre prazo para submissão de propostas à Lei de Incentivo à Reciclagem

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