
Ministério da Agricultura faz Campanha a favor de Alimentos Orgânicos
Ministério da Agricultura faz Campanha a favor de Alimentos Orgânicos
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento lançou, em Maio de 2019, a 15ª edição da campanha “Produto Orgânico – Melhor para a Vida” um dos principais objetivos da campanha é informar ao consumidor como reconhecer o produto orgânico nos locais de comercialização e estimular que ele participe como agente no controle da qualidade orgânica, melhorando a relação de confiança com os produtores.
Conforme legislação, os alimentos orgânicos, vendidos em embalagem ou mesmo a granel, devem apresentar o selo ou sinalização de “Produto Orgânico Brasil”, que identifica a certificação do Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica (SisOrg).
Os alimentos industrializados só recebem o selo do SisOrg se tiverem mais de 95% de ingredientes de origem orgânica. O produto que tiver mais de 70% e menos de 95% de ingredientes orgânicos, pode ser identificado como “produto com ingredientes orgânicos”.
O presidente da Câmara de Agroecologia e Produção Orgânica do Distrito Federal, Gilsérgio dos Santos Silva, apoia a campanha lançada pelo ministério e entregou documento à ministra pedindo o aumento da fiscalização e ajuda na criação de linhas de financiamento para agricultura orgânica, não prevista no crédito para agricultura familiar.
De acordo com Silva, o aumento de produção de alimentos orgânicos depende de mais pesquisa agrícola, do fornecimento de biodefensivos, da disponibilidade de sementes especiais e do incentivo da produção de maquinário adequado para a pequena produção.
A ministra informou que governo está elaborando novas normas para aumentar os cuidados com os agricultores que aplicam os defensivos nas lavouras de todo o país.
Saiba mais sobre a Ecossis.
Fonte: canalrural.uol.com.br

Prospecção Arqueológica na área da LDTA Barão de Capanema-Capitão
Esclarecimento e divulgação dos bens culturais acautelados
A equipe de arqueologia da Ecossis Soluções Ambientais esteve nos municípios de Capitão Leônidas Marques, Capanema e Realeza para realizar a prospecção arqueológica na área onde será executada a LDTA Barão de Capanema-Capitão Leônidas Marques, avaliando os Impactos ao Patrimônio Arqueológico da LDTA 138kV Capitão Leônidas Marques–Realeza (autorizado pela Portaria IPHAN no. 01508.000097/2017-69).
Segundo a Constituição de 1988, em seu artigo 216, parágrafo 5o, os bens materiais e imateriais sob a proteção do Poder Público (obras, monumentos, documentos, locais de valor artístico e histórico e paisagens naturais), constituem “Patrimônio Cultural Brasileiro”:
Art. 216 – Constitui patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tombados individualmente ou em conjunto, portadores de referência a identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira nos quais se incluem:
(…) Parágrafo V – os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico.
Além da vistoria e abertura de sondagens, necessários para realizar a prospecção arqueológica, no local onde será realizado o empreendimento a equipe conversou com a Secretária de Educação Sra. Sandra Leonir Pavão de Capitão Leônidas Marques, com a Sra. Eliane Vendruscito, Sr. Dálcio Corbi e Sr. Antonio Friso , membros da Secretaria de Educação de Realeza e, com a Coordenadora de Educação Sra. Vania Kolas Machado, de Capanema.
Além disso, a equipe também conversou com moradores das cidades e comércio da região, entregando folhetos ilustrativos contendo informações sobre os bens culturais acautelados, onde puderam também falar à população sobre a necessidade de serem realizados estudos arqueológicos em obras que modificam o meio ambiente e relembra-los do rico patrimônio natural e cultural local.
A hospitalidade de gentileza de todos surpreendeu a equipe, deixando boas recordações.
A Ecossis agradece a acolhida!

Sr. Antonio Friso da Secretaria Municipal de Educação de Realeza.

Secretária de Educação Sandra Leonir Pavão.

Sr. Dálcio Corbi da Secretaria Municipal de Educação de Realeza.

Coordenadora Vania Kolas Machado da Secretaria Municipal de Educação de Capanema.

Parque Nacional o MELHOR destino para as suas férias!
O Parque Nacional tem como objetivo básico a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico.
Atualmente, o Brasil tem 74 parques nacionais.
Confira a lista dos parques selecionados pela Ecossis!
Região Norte
Parque Nacional da Amazônia – Pará
É possível fazer trilhas bem sinalizadas em meio a floresta amazônica e em épocas apropriadas tomar banho de rio em alguns pontos.
Parque Nacional Serra do Divisor – Acre
Com inúmeras cachoeiras, montanhas, trilhas e clima agradável, o santuário ecológico está situado no Acre, em Mâncio Lima – município mais ocidental do país – e agrega a maior biodiversidade da Amazônia. Várias espécies endêmicas (oriundas de uma determinada área ou região geográfica), vegetais e animais, são encontradas no local.
Parque Nacional do Monte Roraima – Roraima
O parque inclui parte da Serra de Pacaraima, que separam o Brasil da Venezuela e da Guiana. É nomeado por conta do Monte Roraima, o mais alto das montanhas tepui, com quase 3.000 metros de altitude, sendo um dos mais altos da cadeia Pacaraima.
A montanha tem um topo plano que contém um monumento, o Marco da Triplice Fronteira, onde se encontram as fronteiras da Venezuela, Guiana e Brasil.
Parque Nacional do Araguaia – Tocantins
Situado numa faixa de transição que compreende os biomas Floresta Amazônica, Cerrado e Pantanal, o Parque Nacional do Araguaia destaca-se pela diversidade de sua fauna, flora e cobertura vegetal.
Ao longo dos rios, cerrados e florestas com flora rica em maçarandubas, piaçavas, canjeranas, orquídeas terrestres, ipês e palmeiras típicas. Da flora nativa, ainda, utilizadas especialmente pelos indígenas, diversas espécies para fins culinários, medicinais e ornamentais.
Parque Nacional de Anavilhanas – Amazônia
O Parque Nacional de Anavilhanas foi criado com o objetivo de preservar o arquipélago fluvial de Anavilhanas bem como suas diversas formações florestais, além de estimular a produção de conhecimento por meio da pesquisa científica e valorizar a conservação do bioma Amazônia com base em ações de educação ambiental e turismo sustentável. O foco é harmonizar as relações entre as comunidades do entorno e a Unidade com ações de bases sustentáveis.
Região Nordeste
Parque Nacional das Chapadas da Mesas – Maranhão
Criado em 2005, o Parque Nacional da Chapada das Mesas é um dos mais novos parques nacionais do Brasil. Florestas de buritizais, sertões, relevo de chapadas vermelhas, compõem um estonteante conjunto de curiosas formações rochosas, cânions, cavernas e cachoeiras. São inúmeras as surpresas e aventuras que uma visita a esse parque pode revelar.
Parque Nacional da Chapada da Diamantina – Bahia
Esse paraíso é guardião de muitas riquezas naturais, ocupando cerca de 152 mil hectares, um dos maiores parques de preservação do país fora da região Amazônica.
Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha – Pernambuco
Praias, piscinas naturais e trilhas ecológicas. O Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha possui diversas praias com suas águas verde-esmeralda esperando pelo público, dentre estas, estão duas eleitas como as mais bonitas do Brasil: a Praia do Sancho e a Praia do Leão.
Pq. Nacional de Jericoacoara – Ceará
O Parna tem como objetivo proteger amostras dos ecossistemas costeiros, assegurar a preservação de seus recursos naturais e proporcionar pesquisa científica, educação ambiental e turismo ecológico.
A Unidade de Conservação possui um grande potencial turístico. A Pedra Furada, formação rochosa considerado ícone de Jericoacoara e uma das principais paisagens do Parque Nacional, é visitada por um grande número de turistas.
Região Centro-Oeste
Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros – Goiás
Criado em 1961, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros está localizado no Estado de Goiás, entre os Municípios de Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante, Teresina de Goiás, Nova Roma e São João d’Aliança. Protegendo uma área de 240.611ha de cerrado de altitude, abriga espécies e formações vegetais únicas, centenas de nascentes e cursos d’água, rochas com mais de um bilhão de anos, além de paisagens de rara beleza, com feições que se alteram ao longo do ano. O Parque também preserva áreas de antigos garimpos, como parte da história local. Foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO, em 2001.
Região Sudeste
Parque Nacional das Cavernas do Peruaçu – Minas Gerais
Situado em uma área de transição entre o Cerrado e a Caatinga, o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu possui uma beleza exuberante com cavernas colossais, paredões arruinados, dolinas colapsadas, pontes naturais, nascentes e a unicidade de centenas de pinturas rupestres com mais de 12 mil anos, que juntamente com uma rica flora e fauna transformam a região em um paraíso natural.
Parque Nacional da Serra dos Órgãos – Rio de Janeiro
Criado em 30 de novembro de 1939, o PARNASO é o terceiro parque mais antigo do país, representando um importante marco na história das Unidades de Conservação Brasileiras.
É um dos melhores locais do país para a prática de esportes de montanha, como escalada, caminhada, rapel e outros; além de ter fantásticas cachoeiras. O Parque tem a maior rede de trilhas do Brasil. São mais de 200 quilômetros de trilhas em todos os níveis de dificuldade: desde a trilha suspensa, acessível até a cadeirantes, até a pesada Travessia Petrópolis-Teresópolis, com 30 Km de subidas e descidas pela parte alta das montanhas.
Parque Nacional do Caparaó – Espírito Santo
Localizado na Serra do Caparaó, na divisa dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, o Parque Nacional do Caparaó é um dos destinos mais procurados pelos adeptos do montanhismo no Brasil. Abriga o terceiro ponto mais alto do País, o Pico da Bandeira, com 2.892 metros de altitude.
Além das trilhas, os visitantes podem se deliciar com banhos em cachoeira e piscinas naturais, observar deslumbrantes visuais da Serra do Caparaó e região, com belos espetáculos no alvorecer e no pôr do sol.
Região Sul
Parque Nacional da Serra do Itajaí – Santa Catarina
A Unidade de Conservação federal insere-se em uma das mais belas regiões de Santa Catarina. O chamado Vale Europeu é conhecido por suas festas típicas alemãs e italianas.
São também muito importantes outros tipos de turismo: aventura (rafting, rapel, cascading, trekking, cicloturismo, vôo livre, visitação de cavernas, cavalgada), turismo religioso, rural e cultural, além de uma importante atividade relacionada à gastronomia (incluindo as famosas cervejarias artesanais) e ao chamado turismo de negócios (eventos empresariais).
No Brasil, além dos parques citados, existem ainda mais 60 destinos cheios de riquezas naturais para serem apreciadas, conheça nosso patrimônio natural.
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Fonte: ekosbrasil.org

Papa Francisco recebeu líder indígena brasileiro
O Papa Francisco recebeu em maio de 2019, no Vaticano, o líder indígena Raoni Metuktire , um importante aliado na defesa da Amazônia, um dos grandes desafios do primeiro pontífice latino-americano.
O líder Kayapó , Raoni Metuktire , que viaja acompanhado de outros três líderes indígenas do Xingu, tem sofrido a devastação de seu território, ameaçado pelo desmatamento, agronegócio e pela indústria madeireira.
A audiência com o líder indígena Raoni, também faz parte da preparação para a Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a região Panamazônica, a ser realizada de 6 a 27 outubro, com o tema ‘Amazônia: Novos caminhos para a Igreja e para Ecologia. Nesta assembléia ocorrerá o encontro do Papa com bispos e clérigos de todo o mundo para debater questões como o desmatamento e a situação de povos indígenas.
A preocupação do papa com as ameaças contra esse santuário da biodiversidade coincide com a de muitas populações amazônicas, determinadas a defender sua identidade e seus costumes.
O Papa argentino é considerado o pontífice mais sensível aos problemas ecológicos após a publicação em 2015 da encíclica “Laudato Si”. A realização do Sínodo da Amazônia e o encontro de Francisco com líderes indígenas como Raoni, entre outras ações, mostra o apoio oficial da Igreja a atividades concretas em favor do cuidado ambiental, inclusive nas paróquias.
A Igreja também se diz empenhada em proteger “os esquecidos” da floresta amazônica, as populações mais pobres.
Atualmente a Amazônia é habitada por 390 povos com uma identidade cultural e uma língua própria, e tem cerca de 120 aldeias livres em isolamento voluntário.
Este território, compartilhado por nove países e habitado por cerca de 34 milhões de pessoas, abriga 20% da água doce não congelada do mundo, 34% das florestas primárias e 30-50% da fauna e flora do planeta.
Fonte: oglobo.com

Saiba quais são as principais bacias hidrográficas do Brasil
O impressionante mapa colorido como o arco-íris, abaixo, mostra o padrão de rede dos caminhos feitos por cada corpo hídrico brasileiro, registrados em todos os 27 Estados utilizando bases públicas de dados.
O maior conjunto identificado em azul é a Bacia do Rio Amazonas, que é a principal entre as bacias hidrográficas do Brasil, as outras bacias destacadas e nomeadas que compõe a hidrografia brasileira são tão importantes quanto a Bacia Rio Amazonas é a partir delas que a Agência Nacional de Águas (ANA) entende a gestão e regulação dos recursos hídricos no Brasil, criando as bases para leis e demais regulações pertinentes a todos.
O mapa da rede de rios foi feito por pesquisadores da USP, que dedicam parte do tempo realizando mapeamentos sob novas perspectivas. O trabalho que inspirou essa iniciativa foi publicado pela geógrafa Fejetlenfej, e consistia em um mapa das bacias hidrográficas norte-americanas que indica ordens de fluxo mais altas indicadas pelas linhas mais espessas, o objetivo é que este mapa seja utilizado em escolas, o material é supercompleto, trazendo mais de 10 camadas de dados, dos rios maiores até os riachos e igarapés.
Fonte: https://www.archdaily.com.br
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Fundada em 2006 pelos biólogos Gustavo Leite e Juliano Moreira, a Ecossis Soluções Ambientais nasceu para atender à uma crescente demanda da sociedade por soluções ágeis e eficientes na área de meio ambiente. Este mesmos pilares norteiam a política, valores e princípios de trabalho até hoje em todos seus projetos.
A Ecossis Soluções Ambientais é uma empresa de meio ambiente que presta serviços de assessoria e consultoria ambiental para os mais diversos setores da sociedade.

Medida Provisória que altera Código Florestal gera conflitos
A medida provisória já aprovada pela Comissão Mista, criada para analisar a matéria, coloca em lados opostos lideranças do próprio agronegócio.
O texto, já aprovado, promove mudanças na Lei 12.651/12, do Código Florestal brasileiro, com a Medida Provisória 867/18 que abrange, entre outros pontos, a prorrogação do prazo de adesão, por parte dos produtores rurais, ao Programa de Regularização Ambiental (PRA) até 31 de dezembro de 2020.
A MP 867/18 também prevê como marco temporal para a existência das reservas legais o ano 1989, no Cerrado, e o ano 2000, na Caatinga, Pampa e Pantanal. Dessa forma, o prazo para os produtores recomporem Áreas de Preservação Permanente e de Reserva Legal será flexibilizado.
Entretanto, a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura – movimento que reúne cerca de 200 representantes do agronegócio, setor florestal, setor financeiro, das entidades de defesa do meio ambiente e do meio acadêmico, lançou uma campanha em defesa do Código Florestal e contra a MP 867.
As manifestações de vários deles foram feitas em vídeo e enviadas ao Congresso em maio deste ano.
As alterações
Segundo informações da Câmara, o relator da MP 867, deputado Sérgio Souza (MDB-PR), sustenta que as alterações ao Código Florestal são importantes para o setor rural brasileiro. Um ponto defendido é acerca da perenidade do Cadastro Ambiental Rural (CAR), bem como a prorrogação até 2020 dos benefícios dele, como o financiamento com juros equalizados, crédito rural e acesso ao Plano Safra.
Entre as medidas propostas com o novo texto também está a definição acerca da limitação do produtor rural ao crédito. Pelo novo texto, os limites incidirão nas operações de crédito rural de custeio e de investimento, excluindo-se as demais. Ainda define a penalidade de proibir acesso ao crédito não pelo CPF do produtor, mas sim ao cadastro do imóvel que não tem o CAR.
Ainda conforme o parlamentar, se aprovada a MP, a exigência de apresentação do Programa de Regularização Ambiental por parte do produtor fica condicionada à apuração, pelo Estado e/ou pela União, do passivo ambiental, se existir, após o CAR. Caso seja chancelado pela Câmara dos Deputados, o texto precisa passar por votação do Senado Federal e, se aprovado, segue para a sanção da Presidência da República.
Fonte: revistagloborural

Uso de Neonicotinóide é proibido em Vitória-ES
O neonicotinóide é uma substância derivada da nicotina e utilizada para controlar pragas, mas, diferente de outros, é sistêmica. Colocado na semente, o neonicotinóide se espalha por toda a planta: folhas, flores, ramos, raízes, néctar e pólen. Por isso, seu efeito é letal para as abelhas, principalmente, os zangões, prejudicando sua habilidade para sacudir as flores e provocar a polinização.
Há muito tempo, os criadores de abelhas nativas, sem ferrão (melipolinicultores), que atuam no estado, vinham solicitando medidas de proteção às espécies polinizadoras à prefeitura e ao governo estadual. Tais espécies na região são imprescindíveis para a manutenção da biodiversidade da Mata Atlântica , além de produtoras de mel de elevado valor nutricional e medicinal.
João Luiz Teixeira Santos, presidente da Associação dos Meliponicultores do Espírito Santo (Ames), comentou que muitas pessoas usam o neonicotinóide sem critério, “mesmo com a presença mínima de insetos”. E celebrou que, agora, esse pesticida “não poderá mais ser usado pelas empresas de jardinagem ou pela prefeitura em serviços em praças públicas, unidades de saúde ou fumacê, no qual o inseticida é muito comum”. Ele espera “que essa lei sirva de exemplo para outros municípios e para o estado”.
O fumacê é uma técnica usada para controlar mosquitos, que consiste em emitir uma ‘nuvem’ de fumaça com doses de agrotóxico, em geral, o neonicotinóide. E tem sido alvo de muita discussão entre a associação dos criadores de abelhas e a prefeitura de Vitória.
O que ainda falta para a lei que proíbe uso de neonicotinóide entrar em vigor
Primeiro, é preciso que seja feita uma alteração importante na Lei Orgânica de Vitória, que diz respeito à proibição da criação de abelhas na cidade, após é preciso aguardar a normatização da criação de abelhas sem ferrão em todo o estado. Para tanto, é preciso que o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) finalize a elaboração de uma Instrução Normativa, que dará segurança jurídica aos criadores de abelhas sem ferrão em todo o Estado. Por último, a Lei 9.350 ainda precisa ser regulamentada para que possa ser aplicada efetivamente.
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Fonte: conexaoplaneta

Projeto de lei prevê plantio de árvores para formandos
A Câmara dos Deputados das Filipinas apresentou um projeto de lei, chamado “Legado para a Lei do Meio Ambiente” ou Lei 8728, que exige que os seus estudantes plantem 10 árvores antes de se formarem.
A ideia do projeto de lei surgiu, devido ao histórico das Filipinas, que entre 1990 e 2005, perderam 32,3% de sua cobertura florestal. A extração ilegal de madeira tem sido historicamente um grande problema para o país.
Desde 2015, tem havido um ligeiro aumento da área florestal no país, graças às iniciativas do governo e ao aumento da fiscalização da lei contra a extração ilegal de madeira no país.
De acordo com a Avaliação Global dos Recursos Florestais da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, só em 2012 foram plantados 221.763 hectares de floresta nas Filipinas.
Como funciona
O novo projeto exige que todos os alunos do ensino fundamental, médio e superior plantem pelo menos 10 árvores antes de se formarem. Não está claro se isso significa que um graduado pode plantar 30 árvores no total, ou apenas 10 ao longo de sua escolaridade.
Plante, mas salve
Embora esses esforços individuais sejam incríveis, a regulamentação governamental de indústrias que se beneficiam de poluentes ou desmatamento continua sendo uma das melhores maneiras de lidarmos com as questões ambientais atuais.
Enquanto o plantio de novas árvores é sempre uma tarefa que vale a pena, as florestas antigas contêm mais valor em termos de biodiversidade e função ecológica, como a capacidade das árvores mais velhas de sequestrar mais carbono da atmosfera do que as árvores mais novas.
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Fonte: hypescience

Extinção em massa ameaça cerca de um milhão de espécies
A Terra entrou na sexta extinção em massa e ameaça entre 500 mil e um milhão de espécies de animais e vegetais.
Cientistas alertam que a Terra entrou na sexta “extinção em massa”, a primeira causada pelo ser humano, e as consequências seriam devastadoras. Embora nos últimos 500 anos tenham desaparecido pelo menos 680 espécies de vertebrados, nas “próximas décadas” a ameaça crescerá e entre 500 mil e um milhão de espécies de animais e plantas estarão em perigo de extinção.
Isso decorre de um projeto de relatório de cientistas internacionais para a Organização das Nações Unidas (ONU) sobre biodiversidade obtido exclusivamente pela agência AFP, que antecipa “uma rápida e iminente aceleração dos níveis de extinção de espécies, entre dezenas e centenas de vezes acima da média dos últimos 10 milhões de anos “.
A primeira avaliação global dos ecossistemas em quase 15 anos é antecipada como preocupante como as previsões sobre o aquecimento global. De acordo com o mais recente resumo preliminar obtido pela AFP e datado de janeiro, “vários testes independentes indicam uma rápida e iminente aceleração dos níveis de extinção de espécies, entre dezenas e centenas de vezes mais do que a média dos últimos 10 milhões anos.
O relatório é parcialmente baseado na análise de espécies altamente estudadas, especialmente vertebrados, e adverte que eles pesam “incertezas” em outros menos conhecidos, como insetos. O desaparecimento dessa biodiversidade não afetará apenas a natureza. Alimentos, energia, medicamentos, os benefícios que os homens “derivam da natureza são fundamentais para a existência e riqueza da vida humana na Terra e a maioria deles não é totalmente substituível”, analisam os especialistas no projeto de relatório.
O texto também relaciona a perda de biodiversidade às mudanças climáticas, na medida em que ambos os fenômenos são acentuados em parte pelos mesmos fatores, como o modelo agrícola em um mundo cada vez mais povoado.
Se quisermos um planeta sustentável que seja benéfico para as comunidades em todo o mundo, devemos mudar as trajetórias na próxima década, como é o caso do clima”, disse Rebecca Shaw, cientista-chefe do WWF (World Wildlife Fund). Da mesma forma, o relatório estima, por outro lado, que três quartos da superfície terrestre, 40% do ambiente marinho e metade das fontes de água estão “seriamente alterados”. Nesse sentido, as regiões mais afetadas são aquelas em que os indígenas vivem, especialmente dependentes da natureza e das populações pobres, que já são as mais vulneráveis aos impactos das mudanças climáticas.
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Fonte: enigmasdouniverso

Saiba todos os benefícios de ter uma horta na escola
Projeto Horta na Escola – Com a crescente presença da tecnologia no cotidiano do público adolescente e infantil, as crianças têm tido cada vez menos contato com a natureza, o que afeta não só a conscientização sobre a necessidade da preservação do meio ambiente, mas também o desenvolvimento humano e social delas.
Projetos como a horta na escola têm sido a saída para as instituições de ensino preocupadas em resgatar essa relação tão importante.
Oferecer espaços para o cultivo dentro da escola infantil aproxima os alunos da natureza, gerando uma importante relação afetuosa com a mesma, de modo a conscientizá-los sobre a importância de cuidarmos das plantas e do meio ambiente no geral.
Essa proximidade e afetividade com a natureza, é o primeiro passo para a construção efetiva e permanente de hábitos sustentáveis.
Confira abaixo uma lista com os principais benefícios:
- Apresentar a origem dos alimentos: Saber o que está sendo consumido, quais são os nutrientes necessários para o crescimento e de onde vêm os alimentos é fundamental para as crianças, que estão iniciando a formação dos seus hábitos.
- Equilibrar o uso de eletrônicos e o contato com a natureza: Apesar de oferecer diversos benefícios, o uso da tecnologia também pode trazer riscos para as crianças — como o isolamento, distúrbios emocionais e o distanciamento da natureza. Ter um espaço que estimula o contato com o meio ambiente na instituição de ensino é essencial para equilibrar o uso de eletrônicos com o conhecimento a respeito do ecossistema.
- Promover o desenvolvimento motor: Ajudar a plantar as sementes das verduras ou a regar as plantas na horta são atividades físicas que ajudam no desenvolvimento motor infantil, de maneira a otimizar a movimentação e o equilíbrio dos pequenos e deixando as suas ações mais precisas, Além disso, participar da horta na escola infantil contribui com o melhoramento do desenvolvimento cognitivo e sensório-olfativo.
- Aprender com a prática: A horta na escola pode servir de base para o aprendizado das disciplinas e dos seus conteúdos. Na aula de ciências, por exemplo, os alunos podem acompanhar de perto como se dá o nascimento e o crescimento das plantas. Já nos ensinamentos de matemática, o professor pode trabalhar economia doméstica por meio do uso dos alimentos plantados. O cultivo de uma horta cria situações de aprendizagem reais e diversificadas, o que permite ampliar a inserção e as discussões dos temas trabalhados dentro da sala. Ou seja, ao plantar frutas e verduras, as crianças também poderão colher conhecimentos que serão levados pela vida toda.
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Fonte: catracalivre