Ecossis acaba de ingressar no Pacto Global da ONU
A Ecossis Soluções Ambientais acaba de ingressar no Pacto Global da ONU no Brasil, iniciativa da Nações Unidas (ONU) para mobilizar a comunidade empresarial na adoção e promoção, em suas práticas de negócios, de Dez Princípios universalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção. Com a criação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o Pacto Global também assumiu a missão de engajar o setor privado nesta nova agenda.
Lançado em 2000, o Pacto Global orienta e apoia a comunidade empresarial global no avanço das metas e valores da ONU por meio de práticas corporativas responsáveis. Com mais de 21 mil participantes distribuídos em 65 redes locais, reúne 18 mil empresas e 3.800 organizações não-empresariais baseadas em 101 países, sendo a maior iniciativa de sustentabilidade
corporativa do mundo, com abrangência e engajamento em 162 países.
Ao integrar o Pacto Global nos comprometemos a reportar anualmente o nosso progresso em relação aos Dez Princípios. Assim, a iniciativa estimula a evolução constante das práticas internas de sustentabilidade. As empresas que quiserem fazer parte, podem encontrar mais informações em www.pactoglobal.org.br.
O Pacto Global da ONU no Brasil foi criado em 2003, e hoje é a segunda maior rede local do mundo, com mais de 1.900 participantes. Os mais de 50 projetos conduzidos no país abrangem, principalmente, os temas: Água e Saneamento, Alimentos e Agricultura, Energia e Clima, Direitos Humanos e Trabalho, Anticorrupção, Engajamento e Comunicação. Para mais informações, siga @pactoglobalonubr nas mídias sociais e visite nosso website em www.pactoglobal.org.br
Renovação de contrato mantém atuação da Ecossis em projeto ambiental da SANEPAR no Paraná
A Ecossis Soluções Ambientais teve seu contrato prorrogado pela Companhia de Saneamento do Paraná (SANEPAR), mantendo sua atuação em um dos projetos de infraestrutura hídrica mais relevantes do sul do Brasil: a Barragem Miringuava, localizada no município de São José dos Pinhais/PR.
Formalizado em 1º de julho de 2025, o segundo termo aditivo ao contrato estende por mais 880 dias a execução dos serviços ambientais sob responsabilidade da Ecossis. As atividades compreendem apoio técnico à fiscalização ambiental, com foco no resgate e afugentamento de fauna e flora, além da recuperação das áreas do entorno das obras.
Essas ações são fundamentais para assegurar a conformidade ambiental do empreendimento e garantir a preservação da biodiversidade local durante a execução das obras.
“Seguimos comprometidos com a entrega de soluções ambientais que contribuam para o desenvolvimento sustentável e assegurem a conformidade ambiental das obras em que atuamos”, afirma a diretoria da Ecossis.
A prorrogação contratual reflete a continuidade de uma parceria técnica voltada à viabilidade ambiental de grandes empreendimentos de infraestrutura, aliando conhecimento técnico, responsabilidade socioambiental e alinhamento às diretrizes do licenciamento ambiental vigente.
Sempre gratificante perceber o reconhecimento de uma empresa como a SANEPAR, e de seu time técnico e diretoria, e um grande motivador perceber a competência e empenho de todos da Sanepar, em especial do Diretor Julio Gonchorosky por sua pró-atividade em prol que o empreendimento atinja altos níveis excelência ambiental.
A Ecossis segue ampliando sua presença em projetos estratégicos em todo o território nacional, oferecendo suporte ambiental completo para empresas públicas e privadas que investem em desenvolvimento sustentável.
Ecossis acompanha vistoria técnica realizada pela CETESB


RS participa de reunião ministerial na Semana do Clima em Nova Iorque
O Rio Grande do Sul marcou presença na Reunião Ministerial da Coalizão Under2, realizada durante a Semana do Clima, em Nova Iorque. O encontro reuniu representantes de cerca de 200 Estados e regiões do mundo comprometidos em reduzir emissões e conter o aquecimento global abaixo de 2 °C.
Representando o Estado, a secretária do Meio Ambiente e Infraestrutura, Marjorie Kauffmann, destacou iniciativas gaúchas de adaptação climática, como o pagamento por serviços ambientais, que valoriza financeiramente quem protege o meio ambiente, e o Roadmap Climático, que reúne dados dos 497 municípios para embasar políticas públicas.
A participação reforçou o compromisso do RS em atuar lado a lado com líderes regionais na busca por soluções conjuntas frente aos impactos das mudanças climáticas, além de ampliar o acesso a financiamentos para adaptação.
Fonte: Gov RS
MMA promove debates sobre sociobiodiversidade e conservação do Cerrado
O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) promoveu em Brasília uma rodada de debates voltada à sociobiodiversidade e à conservação do Cerrado, bioma estratégico para o país e cada vez mais pressionado pela expansão agrícola, pelo avanço do desmatamento e pelas mudanças climáticas.
O encontro reuniu representantes de órgãos federais, gestores públicos, pesquisadores, organizações da sociedade civil e povos tradicionais que vivem no Cerrado. O objetivo foi discutir políticas públicas para valorização da sociobiodiversidade, preservação da vegetação nativa e manejo sustentável dos recursos naturais.
Durante as discussões, foram apresentados modelos de incentivo à produção sustentável, formas de garantir maior visibilidade aos produtos da sociobiodiversidade e alternativas para integrar comunidades locais às cadeias de valor. O MMA ressaltou que a conservação do Cerrado é essencial para a segurança hídrica do Brasil, já que o bioma é conhecido como o “berço das águas”, por abrigar nascentes de importantes bacias hidrográficas do país.
A iniciativa também visa subsidiar programas nacionais de conservação e desenvolvimento sustentável, alinhados às metas de redução do desmatamento e de promoção da restauração ecológica. Para o governo federal, garantir a proteção do Cerrado significa fortalecer não apenas o meio ambiente, mas também a segurança alimentar, a economia regional e a preservação cultural das comunidades que dependem diretamente de seus recursos.
Fonte: GOV.BR
Ecossis estará na 23ª Reunião e Conferência do CARSAMPAF.
A Ecossis Soluções Ambientais marcará presença no 5º Aerofauna: Encontro sobre Risco de Fauna no Brasil, durante a 23ª Reunião e Conferência do CARSAMPAF.
Data: 10/10/2025
Horário: 11h10
Local: Auditório da Confederação Nacional do Transporte (CNT)
Palestra: Estudo de Caso: Monitoramento e Manejo de Fauna no Aeroporto Santos Dumont (SBRJ)
Tema: O que vem sendo desenvolvido no Aeroporto Santos Dumont pela equipe de fauna (Ecossis Soluções Ambientais), Encarregadoria de Meio Ambiente (INFRAERO), fiscalização de pátio, corpo de bombeiros, equipe de manutenção e patrulha ambiental da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro para o gerenciamento do risco de fauna, tendo como ênfase os resultados angariados no ano de 2024 e a análise de indicadores de risco de segurança operacional.
A participação reforça o compromisso da Ecossis com a segurança operacional e a sustentabilidade em ambientes aeroportuários.

COP30: o Brasil lidera a nova era da ação climática
COP30: o Brasil lidera a nova era da ação climática
Desde 1995, as Conferências das Partes (COPs) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC) têm sido o fórum global para negociação de metas climáticas, protocolos e mecanismos de cooperação internacional sobre clima. A primeira COP ocorreu em Berlim, com esse ciclo anual buscando articular interesses de países desenvolvidos e em desenvolvimento para mitigar emissões, financiar adaptação e lidar com os impactos climáticos.
Nesse percurso, evoluiu-se de acordos mais gerais e jurídicos (como o Protocolo de Quioto) para o regime do Acordo de Paris (adotado na COP21), que estabelece que cada país apresente Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), com revisões periódicas de ambição e mecanismos de transparência. Apesar dos acordos, uma das controvérsias centrais nas COPs mais recentes tem sido a questão do financiamento climático para países vulneráveis, assim como a evolução da lógica de “investimento versus subsídio” nos aportes para adaptação e mitigação.
COP30 (10 a 21 de novembro de 2025, Belém, PA, Brasil)
A COP30 será sediada em Belém, no Pará, marcando a primeira vez que uma COP ocorre na Amazônia brasileira. Sob a presidência brasileira (André Aranha Corrêa do Lago), o evento é anunciado como a “COP da implementação” (“implementation COP”), com destaque na execução de compromissos e transformação efetiva de metas em ações reais.
Principais expectativas e desafios:
· Reforçar e revisar as NDCs dos países, buscando ambição crescente para limitar o aquecimento a 1,5 °C.
· Concretizar o plano Tropical Forest Forever Facility (TFFF), um mecanismo de blended finance (finanças mistas) para recompensar países tropicais por conservação florestal, que pretende ser um dos marcos da COP30.
· Mobilizar recursos para adaptação e mitigação em países mais vulneráveis: a COP29 aprovou uma meta de US$ 300 bilhões anuais até 2035, com uma ambição de alcançar US$ 1,3 trilhão por ano de financiamento climático.
· Fortalecer a participação de governos subnacionais (estados, municípios), da sociedade civil e povos indígenas — no modelo de “multilateralismo mais inclusivo”.
· Grandes desafios logísticos e de infraestrutura: crise de hospedagem (com preços elevados em Belém) tem gerado críticas e limitações de participação de delegações menores.
· A construção da chamada “Avenida Liberdade”, uma estrada de 13 km que corta área de floresta na região paraense, tem sido alvo de controvérsias ambientais,
levantando questionamentos de coerência entre discurso climático e decisões locais.
· A garantia de que a COP30 deixe um legado positivo para a Amazônia, em termos de tecnologia, infraestrutura verde, capacitação regional, e não apenas obras pontuais.
Para nosso trabalho, esse será um momento oportuno para promover a convergência entre tecnologias digitais como blockchain, governança climática e inovação tecnológica — especialmente no contexto amazônico brasileiro. As chamadas tecnologias da Quarta Revolução Industrial — como Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial (IA), blockchain, Big Data, monitoramento remoto via satélite e redes de sensores — estão cada vez mais integradas às estratégias de mitigação, adaptação e governança ambiental.
Essas tecnologias permitem:
· Monitoramento em tempo real de florestas, uso do solo e emissões — dados de satélites ou de sensores terrestres podem indicar desmatamento, queimadas, mudanças hidrológicas e emissões pontuais;
· Transparência e rastreabilidade climática, por exemplo via blockchain: rastrear créditos de carbono, cadeias de suprimento sustentáveis, contratos inteligentes de pagamento por resultados ambientais;
· Modelagem preditiva e suporte a decisões de adaptação: algoritmos de IA que cruzam dados climáticos, sociodemográficos e econômicos ajudam a prever áreas vulneráveis e otimizar intervenções;
· Plataformas colaborativas e redes digitais que conectam governos locais, comunidades e cientistas, promovendo co-criação de soluções adaptadas aos territórios.
Nesse sentido, em uma COP moderna, espera-se que não apenas metas e compromissos sejam negociados, mas que exemplos práticos de soluções tecnológicas e casos de uso escaláveis sejam apresentados como prova de conceito.
Ecossis marcou presença no 5º Aerofauna
A Ecossis Soluções Ambientais marcou presença no 5º Aerofauna
A Ecossis Soluções Ambientais participou do 5º Aerofauna (23ª Reunião e Conferência CARSAMPAF) – o principal encontro sobre gestão do risco de fauna em aeroportos no Brasil, que reuniu especialistas e representantes de instituições do setor aéreo de diversos países.
Durante o evento, o biólogo Rodrigo Torres, da equipe técnica da Ecossis, apresentou os resultados do trabalho desenvolvido no Aeroporto Santos Dumont (SBRJ), no Rio de Janeiro — projeto que vem se destacando como referência nacional em monitoramento e manejo de fauna.
Segundo Torres, os resultados obtidos ao longo dos últimos quatro anos comprovam a efetividade do Programa de Gerenciamento do Risco de Fauna, conduzido pela Ecossis. O programa registrou redução de colisões com fauna, estabilidade dos indicadores de risco e sucesso nas medidas mitigadoras implementadas, consolidando o aeroporto como um caso exemplar de gestão ambiental aplicada à aviação.
“O sucesso na gestão do risco de fauna depende da integração entre monitoramento técnico, inovação em métodos de análise, manejo e afugentamento e a participação ativa de todos os envolvidos — especialmente dos órgãos reguladores e municípios”, destacou o biólogo.
Também esteve presente no evento o gerente comercial da Ecossis, engenheiro ambiental Jean Antônio, que participou com o objetivo de aprofundar o diálogo com instituições, empresas e especialistas, coletando informações e discutindo tendências técnicas que possam subsidiar a elaboração de novas propostas e aprimorar as metodologias da Ecossis voltadas ao manejo de fauna em aeroportos.
No Brasil, mais de 500 aeroportos têm a obrigação de realizar a gestão de fauna para garantir a segurança operacional e a preservação da biodiversidade. A convivência entre aeronaves e aves no espaço aéreo exige monitoramento constante e ações de manejo que reduzam o risco de colisões, que podem causar graves prejuízos econômicos e ameaçar a segurança de tripulantes e passageiros. O gerenciamento do risco de fauna, começa com a identificação das espécies e riscos regionais, evoluindo para ações preventivas e corretivas que unem ciência, tecnologia e gestão ambiental — pilares que orientam o trabalho da Ecossis em todo o país.
Brasil e ONU lançam Balanço Ético Global rumo à COP30
Liderada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, a iniciativa faz parte dos quatro círculos lançados pela presidência da COP para ampliar o diálogo global e fortalecer a implementação efetiva dos compromissos climáticos assumidos no Acordo de Paris.
Durante o lançamento, o embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, destacou a importância de avançar simultaneamente em diversas frentes: “Temos circunstâncias especiais — dez anos do Acordo de Paris — e precisamos progredir em múltiplas áreas.”
A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, reforçou o caráter urgente da proposta: “Nos últimos 21 meses, a temperatura global excedeu 1,5°C. As ações realizadas até hoje ainda são insuficientes para conter a crise climática e seus efeitos mais dramáticos.”
Uma escuta ética e planetária
Inspirado no Balanço Global do Acordo de Paris, o BEG propõe uma “escuta ética planetária”, reunindo vozes de diferentes continentes para avaliar se as ações climáticas atuais estão eticamente alinhadas à meta de 1,5°C.
A iniciativa contará com diálogos intercontinentais na América Latina e Caribe, América do Norte, África, Europa, Ásia e Oceania. Em cada região, lideranças locais — cientistas, filósofos, povos indígenas, ativistas, empresários, artistas e representantes religiosos — irão contribuir com perspectivas sobre justiça climática, financiamento, transição energética e governança ambiental.
Segundo Marina Silva, o balanço busca “trazer a ética em benefício da decisão política e das respostas técnicas para a melhoria de todas as formas de vida”.
Ética, justiça e transição justa
O embaixador Antônio Patriota definiu a dimensão ética como elemento central da transição ecológica. “Negar o aquecimento global é antiético, assim como o greenwashing ou se apresentar como defensor ambiental enquanto se mantêm práticas destrutivas.”
A iniciativa também evidencia a disparidade entre responsabilidades e consequências. Populações mais vulneráveis — que menos contribuíram para o aquecimento global — continuam sendo as mais impactadas por eventos extremos, reforçando a necessidade de ações solidárias e compromissos compartilhados.
O assessor especial da ONU para Ação Climática, Selwin Hart, destacou que “a crise climática é agravada pela desigualdade e exige soluções que acelerem a transição energética e promovam a igualdade”.
Rumo à COP30
Os resultados dos diálogos continentais serão compilados em um relatório global, que será apresentado à presidência da COP30, em Belém. O documento deve subsidiar as negociações e orientar políticas públicas com base em princípios éticos, colaborativos e de justiça climática.
Durante a conferência, o Balanço Ético Global também terá um espaço dedicado na Blue Zone, área oficial de negociação entre países.
“A ética nos exige agir antes que seja tarde”, afirmou Patriota, ressaltando que a transição ecológica “não depende apenas de inovação tecnológica, mas também de cooperação e compromisso coletivo”.
Acesse aqui ao Guia Metodológico do Balanço Ético Global
Fonte: EXAME
Gustavo Leite, Diretor da Ecossis, participa da COP30 em Belém do Pará.
O nosso diretor, Gustavo Leite, está participando da COP30 — a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas — que iniciou ontem e vai até dia 21 de novembro, na cidade de Belém, no Pará.
Reconhecido como um dos eventos mais relevantes do mundo sobre a temática ambiental, a COP deste ano tem como foco principal os debates sobre adaptação climática, financiamento climático justo e transição energética, com especial atenção à preservação da Amazônia e à justiça climática.
Durante sua participação, Gustavo Leite leva a proposta do projeto “Blockchain e Segurança de Indicadores”, fruto da parceria entre a Ecossis e o INMETRO. A iniciativa propõe o uso de tecnologia blockchain aplicada à certificação ambiental e ao monitoramento da geração fotovoltaica, promovendo maior rastreabilidade, transparência e segurança dos dados ambientais.
Na COP30, o diretor acompanha as negociações e iniciativas sobre o uso de blockchain na área ambiental, com o objetivo de identificar oportunidades que possam agregar ao projeto.
Além da participação na conferência, está prevista uma visita técnica ao Projeto de Educação Ambiental (PEA) Tucuruí, também no estado do Pará, onde Gustavo Leite irá acompanhar de perto as atividades desenvolvidas no território.
Durante sua agenda na COP, o diretor também terá um encontro com representantes do Ministério do Meio Ambiente de Angola, retomando o diálogo em torno de projetos já realizados pela Ecossis no país.




