Porto Alegre apresenta planejamento climático na COP30
O Caderno de Planejamento Climático da cidade será detalhado nesta quarta-feira, 12 de novembro, às 8h, na COP30, em Belém (PA).
A cidade de Porto Alegre participa da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) com a apresentação do Caderno de Planejamento Climático, documento que consolida ações de mitigação e adaptação aos efeitos da mudança do clima na capital gaúcha.
A apresentação oficial ocorrerá nesta quarta-feira, 12 de novembro, às 8h, na meeting room 7 da Blue Zone, espaço oficial da conferência sediada em Belém, no estado do Pará.
O caderno é um dos produtos do Plano de Ação Climática de Porto Alegre (PLAC POA), que foi desenvolvido pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Urbanismo e Sustentabilidade (Smamus), com apoio da iniciativa UrbanShift, do ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade. O PLAC POA é resultado do compromisso firmado pelo município ao aderir à campanha Race to Zero, da ONU, para a redução de emissões e promoção da resiliência urbana.
Fonte: Prefeitura de Porto Alegre
Pavilhões do Brasil são inaugurados na COP30 com foco em iniciativas de combate às mudanças climáticas
Durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que ocorre entre os dias 10 e 21 de novembro de 2025, na cidade de Belém (PA), o Brasil inaugurou oficialmente seus pavilhões no evento, com foco em ações e estratégias nacionais voltadas ao enfrentamento da crise climática.
Os espaços denominados Pavilhão Brasil e Brazil Climate Action Hub servirão como vitrines das iniciativas desenvolvidas por órgãos do governo, instituições de pesquisa, setor privado e organizações da sociedade civil, voltadas à transição ecológica, preservação da biodiversidade e promoção de justiça climática.
A cerimônia de abertura contou com a presença da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, que destacou a importância da COP30 como um marco para o protagonismo do Brasil nas agendas globais de sustentabilidade. Segundo ela, os pavilhões foram pensados para dar visibilidade à diversidade de soluções climáticas em curso no país, com destaque para iniciativas baseadas em ciência, inovação e participação social.
O governo federal também anunciou a programação dos pavilhões, que inclui debates sobre economia verde, segurança hídrica, bioeconomia, agricultura regenerativa, energia limpa, adaptação climática, instrumentos de mercado de carbono e governança territorial.
A presença institucional brasileira na COP30 reforça o papel do país como ator estratégico na governança ambiental global, especialmente em um momento em que se intensificam as discussões sobre metas de redução de emissões e financiamento climático justo.
Fonte: GOV.BR
Brasil lança Taxonomia Sustentável para alinhar investimentos à agenda verde
Ecossis participa do Metrologia 2025, evento que celebra 150 anos da Convenção do Metro
A Ecossis Soluções Ambientais estará presente no Metrologia 2025, um dos mais importantes encontros brasileiros dedicados à metrologia, avaliação da conformidade e infraestrutura da qualidade. O evento ocorre de 1º a 4 de dezembro de 2025, em Maceió (AL), e celebra os 150 anos da Convenção do Metro e os 30 anos da Sociedade Brasileira de Metrologia (SBM).
Neste ano, a participação da Ecossis ganha um significado ainda mais especial: a empresa é patrocinadora oficial do Metrologia 2025 e contará com um estande exclusivo, onde será apresentado o protótipo do sistema completo de coleta, registro e emissão de certificados em Blockchain Besu — tecnologia desenvolvida por sua equipe de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação.
O Instituto Ecossis representará a empresa durante o evento, reforçando o compromisso institucional com ciência, inovação, rastreabilidade e governança de dados ambientais.
Trabalho técnico aprovado e apresentado no evento
Além da presença institucional, a Ecossis teve o trabalho “Para Além do Monitoramento: Segurança e Conformidade de Indicadores Ambientais com Device-as-a-Service e Blockchains Permissionadas” aceito para apresentação na programação do Metrologia 2025.
A apresentação irá abordar o uso de dispositivos inteligentes integrados a blockchains permissionadas para aprimorar a segurança, confiabilidade e integridade de indicadores ambientais — tema diretamente conectado à agenda global de precisão metrológica e rastreabilidade de dados.
Um evento histórico para a ciência e para a gestão ambiental
Promovido pela Sociedade Brasileira de Metrologia, o Metrologia 2025 reúne cinco congressos simultâneos:
- XIII Congresso Brasileiro de Metrologia (CBM)
- XVI Congresso Internacional de Metrologia Elétrica (SEMETRO)
- VIII Congresso Internacional de Metrologia Mecânica (CIMMEC)
- XI Congresso Brasileiro de Metrologia das Radiações Ionizantes (CBMRI)
- VIII Workshop da Rede de Metrologia Química do Inmetro (Remeq-I)
O encontro destaca a importância da metrologia como base para ciência, inovação, segurança, desenvolvimento sustentável e formulação de políticas públicas.
Uma presença que reflete a parceria com o Inmetro
A participação da Ecossis no Metrologia 2025 reforça os resultados positivos da parceria com o Inmetro na construção de ferramentas baseadas em Blockchain para a confiabilidade e rastreabilidade de dados ambientais.
Essa cooperação técnica fortalece o desenvolvimento de soluções inovadoras e apoia a criação de metodologias alinhadas à infraestrutura da qualidade — missão central do próprio evento.
COP30: perspectivas trazidas pelo diretor executivo da Ecossis
Durante a COP30, o diretor executivo da Ecossis, Gustavo Leite, acompanhou de perto debates centrais sobre a agenda climática global e destacou temas que dominaram as discussões técnicas, políticas e econômicas ao longo do encontro.
Segundo ele, um dos pontos mais sensíveis observados foi a dificuldade global em avançar na descarbonização. Embora exista consenso sobre a necessidade de reduzir a pegada de carbono e cumprir metas climáticas, Gustavo percebeu que a maior parte dos entraves está menos no campo técnico e mais no âmbito político e econômico, refletindo divergências de interesses e prioridades entre as nações.
Gustavo também apontou uma ausência de sensibilidade clara sobre os impactos que a falta de diretrizes climáticas concretas pode gerar no futuro. De acordo com ele, essa lacuna foi perceptível durante todo o evento e se confirmou com o desfecho dos documentos finais negociados em Belém.
Do ponto de vista técnico, um dos debates mais fortes girou em torno de padrões, frameworks e mecanismos de padronização internacional. Delegações discutiram intensamente a necessidade de criar regras claras e sistemas rastreáveis que permitam contabilidade ambiental unificada, especialmente para viabilizar o mercado global de carbono. Para Gustavo, esse tema foi um dos que mais exigiu atenção técnica dos participantes.
Entre as soluções apontadas como caminhos possíveis, destacou-se a criação de infraestruturas digitais globais de dados ambientais, com bases integradas capazes de permitir maior transparência, comparabilidade e governança. Embora tecnologias emergentes não tenham sido foco direto, Gustavo relata que soluções como biodiesel e sistemas digitais de rastreamento foram frequentemente mencionados.
Impactos para o futuro da Ecossis
Em sua avaliação, a COP30 reforçou tendências e confirmou escolhas estratégicas já adotadas pela Ecossis, especialmente no campo da rastreabilidade, confiabilidade das informações e uso de tecnologias como Blockchain para aprimorar processos ambientais.
Segundo Gustavo, participar da COP permite compreender “o que há de mais avançado e relevante no âmbito político e técnico global”, oferecendo insumos essenciais para o planejamento de longo prazo. Ele destaca que as percepções do evento ajudarão a orientar decisões estratégicas da empresa e levar aos clientes diretrizes ambientais alinhadas ao que há de mais atual no cenário mundial.
Gustavo Leite na COP30/ Novembro 2025
Diretor da Ecossis dialoga com a Angola durante a COP30
Durante a COP30, o diretor executivo da Ecossis, Gustavo Leite, participou de uma reunião estratégica com representantes do governo de Angola, aprofundando uma relação construída ao longo de anos de cooperação técnica entre as instituições.
Gustavo destacou que já mantém contato com a equipe angolana há bastante tempo e que o encontro deste ano permitiu trocar percepções sobre a construção de políticas ambientais no país africano, compreender desafios atuais e compartilhar experiências brasileiras que podem contribuir para o fortalecimento da governança ambiental em Angola.
Um dos temas centrais da conversa foi a estruturação de um novo modelo de concessões de áreas protegidas. Assim como o Brasil, Angola enfrenta dificuldades para gerir grandes territórios de conservação, que demandam infraestrutura robusta e recursos financeiros elevados. O governo angolano estuda modelos de concessões voltados ao turismo, buscando contrapartidas do setor privado para viabilizar a conservação.
Gustavo relatou ter compartilhado a experiência da Ecossis na elaboração de planos de manejo e nos processos de concessões vivenciados no Brasil, além de se colocar à disposição para conectar Angola a parceiros técnicos que possam apoiar este processo de transição.
Reconhecimento e avanços diplomáticos
Durante a COP, Gustavo recebeu um convite oficial da delegação angolana para acessar a Blue Zone, área restrita às negociações internacionais. O convite permitiu que ele conversasse diretamente com a Ministra do Ambiente de Angola, fortalecendo ainda mais a relação institucional construída ao longo dos últimos anos.
Posteriormente, Gustavo avançou nas tratativas com Miranda Kiala, chefe do gabinete jurídico do Ministério do Ambiente de Angola, aprofundando discussões sobre mecanismos de financiamento e modelos de gestão de áreas protegidas — tema prioritário para o país.
Segundo Gustavo, o gesto demonstra o reconhecimento do governo angolano às contribuições técnicas já realizadas pela Ecossis no passado, e abre portas para novas possibilidades de cooperação.
Próximos passos
O governo de Angola está especialmente focado em identificar mecanismos internacionais de financiamento ambiental que permitam fortalecer a gestão das suas áreas protegidas. As conversas iniciadas na COP30 criam um terreno favorável para futuras colaborações e para o intercâmbio de soluções metodológicas, estratégicas e tecnológicas.
COP15 da CMS abre chamada para eventos paralelos no Brasil
A Convenção sobre Espécies Migratórias (CMS), em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), abriu chamada para a submissão de eventos paralelos da COP15, que será realizada em Campo Grande (MS).
A COP15 da CMS é um dos principais encontros internacionais voltados à conservação de espécies migratórias, reunindo governos, especialistas, organizações e representantes do setor produtivo para discutir temas como conectividade ecológica, impactos de empreendimentos sobre rotas migratórias e cooperação internacional em biodiversidade.
Os debates realizados nesse fórum costumam subsidiar diretrizes técnicas, políticas públicas e práticas adotadas em estudos ambientais e processos de licenciamento, especialmente em projetos de infraestrutura, energia e empreendimentos lineares.
A Ecossis acompanha as discussões e iniciativas relacionadas à agenda ambiental nacional e internacional, considerando sua relevância para a evolução dos instrumentos de gestão ambiental e para o planejamento de projetos sustentáveis.
Fonte: GOVBR