Project Categories: Infraestrutura e Saneamento

INFRAERO

Manejo de Fauna para a Infraero no Aeroporto de Salvador

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Ano de inicio: 2016

Status: Finalizado

Tipo de empreendimento: Aeroporto

Localização: Salvador  Estado: BA

Serviços Executados

Resgate da Fauna

 Ecossis realiza serviços de Manejo de Fauna para a Infraero no Aeroporto Internacional de Salvador.

Diversas condições presentes em um aeroporto e seu entorno podem favorecer a presença de fauna, que por sua vez, aumenta a probabilidade de incidentes/acidentes com aeronaves. As colisões entre fauna, notadamente aves, e aeronaves, representam risco à segurança da aviação e da população, quer voando ou em terra, além de prejuízos materiais diretos e indiretos.

Objetivando reduzir os riscos de colisões entre a fauna e as aeronaves, faz-se necessário a execução das ações constantes em um Plano de Manejo de Fauna, que apresente um diagnóstico da situação atual e a proposição, implementação e monitoramento de medidas mitigadoras e preventivas com relação ao risco da fauna em aeroportos.

Os serviços contratados pela Infraero e realizados pela Ecossis no aeroporto de Salvador, consistem  em executar as ações descritas no Plano de Manejo da Fauna aprovado e autorizado pelos órgãos competentes, contemplando, o manejo do ambiente, de animais ou grupos destes, transporte e destinação do material zoológico coletado, captura e translocação de fauna, técnicas alternativas, coleta e, quando for o caso, destruição de ovos e ninhos, abate de animais, entre outras.

A captura e translocação de animais seguem a legislação vigente, visando minimizar o estresse e sofrimento do animal.

 Os objetivos do Manejo de fauna contratado pela Infraero são:

Executar o manejo e tratamento adequado das espécies que frequentam o aeroporto, de acordo com o Plano de Manejo de Fauna – PMFA em vigor, atendendo as recomendações e licenças estabelecidas pelos órgãos de meio ambiente, incluindo:

  1. Reduzir a presença de animais no sítio aeroportuário;
  2. Executar as ações previstas no PMFA do Aeroporto.
  3. Analisar as respostas das espécies-problemas às variações ambientais, bem como às ações de manejo executadas;
  4. Atualizar mapa de risco com as áreas críticas de atração da fauna e o perigo de aproximação de animais no sítio aeroportuário;
  5. Caracterizar a fauna do sítio aeroportuário e da Área de Segurança Aeroportuária (ASA), incluindo a caracterização taxonômica, as flutuações populacionais, formas de uso e sazonalidade;
  6. Propor estratégias de controle, prevenção ou de diminuição de situações de risco no aeroporto e na ASA, a curto e médio prazo;
  7. Realizar o manejo direto da fauna e prestar assessoria técnica e científica acerca das condições ambientais decorrentes de obras e outros serviços realizados no sítio aeroportuário;
  8. Estabelecer indicadores e um protocolo para monitoramento dos efeitos das estratégias adotadas para a mitigação dos problemas;
  9. Propor parcerias com órgãos externos (governo, municípios e comunidade local) para melhoraria das condições de uso e ocupação do solo na ASA;
  10. Reduzir a presença da fauna doméstica/sinantrópica (principalmente cachorros, pombos domésticos e gatos) no sítio aeroportuário;
  11. Zelar para que outras espécies não se tornem espécie-problema;
  12. Identificar os focos atrativos de aves da ASA que estejam interferindo na manutenção do voo seguro;
  13. Monitorar as espécies que frequentam o aeroporto, em especial na região da faixa de pista, e também no entorno imediato ao Aeroporto estudando o seu comportamento, fatores atrativos, ciclo de aparecimento;
  14. Acompanhar estatisticamente os registros de colisões, relacionando o número de colisões com: ano, mês, período do dia, fase do voo;
  15. Ministrar cursos para a comunidade do entorno do sítio aeroportuário sobre os cuidados necessários para se evitar a atração de fauna na ASA, ou sobre qualquer outro tema relacionado ao risco de fauna no aeroporto;
  16. Elaborar e implantar um programa de educação ambiental à comunidade aeroportuária e a comunidades localizadas nas redondezas do aeroporto com o fim de sensibilizar sobre o perigo da fauna e segurança de voo.

A equipe  responsável pela execução do Plano de Manejo de Fauna no aeroporto de Salvador é composta por um responsável técnico, dois Biólogos, um veterinário e três auxiliares de campo.

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Porto de Santos

Arqueologia no Porto de Santos

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Ano de inicio: 2014

Status: Finalizado

Tipo de empreendimento: 

Terminal Portuário

Localização: Santos  Estado: SP

A Ecossis foi contratada para realizar estudos de Arqueologia Preventiva nas obras de reestruturação do Porto de Santos em São Paulo

Os estudos de Arqueologia Preventiva executados em áreas onde a cultura material possa sofrer influência direta de algum empreendimento, tem como objetivo garantir a integridade  do patrimônio cultural da nossa nação.

O trabalho tinha como objetivo seguir os preceitos estabelecidos pelo IPHAN atestando qualidade e responsabilidade pelos estudos arqueológicos. Dentre as condicionantes exigidas no licenciamento ambiental do Porto de Santos, esta o  acompanhamento das obras, que visava garantir a validade da licença de instalação durante o período de execução das obras.

Os trabalhos vinculados às obras de reestruturação do Porto de Santos ocorreram  desde 2014 até 2019, conforme Portarias Iphan. Foi realizado tanto o acautelamento dos bens tombados existentes nas Áreas  Diretamente Afetadas pelos empreendimentos, quanto a identificação e resgate dos sítios arqueológicos localizados, durante a fase de monitoramento arqueológico.

Vinculado aos trabalhos efetivos de campo, ações de Educação Patrimonial foram executadas, com o intuito de fomentar a interação e conhecimento entre a história do Porto de Santos, dos trabalhadores e das crianças.

Mais informações sobre este monitoramento de obras, que é referente a recuperação e reforço estrutural do cais dos armazéns 12A ao 23, e que também promove a educação ambiental e patrimonial, podem ser obtidos através do link abaixo no site do Porto de Santos.

Leia o Relatório

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Monitoramento Arqueológico da Rodovia PR407

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Ano de inicio: 2015

Status: Finalizado

Tipo de empreendimento: Rodovia

Localização: Paranaguá  Estado: PR

Elaboração de estudos e acompanhamento arqueológico da 1ª Etapa da duplicação da rodovia PR-407, entre o km 0 e 3,8, no perímetro urbano de Paranaguá – PR.

A Ecossis Soluções Ambientais realizou o monitoramento arqueológico e Educação Patrimonial ao longo do traçado da Duplicação da Rodovia PR-407 (km 0,0 ao km 3,8), para a Concessionária Ecovias Caminho do Mar SA – ECOVIAS, detentora dos direitos de concessão e responsável pela instalação da obra.

Os estudos sobre o patrimônio arqueológico e histórico necessários ao licenciamento desta duplicação foram realizados ela Ecossis, sob a coordenação da Arqueóloga Carla Pequini, com apoio e guarda de material do Museu Paranaense.

O potencial arqueológico previsto para as áreas de influência da Duplicação da Rodovia PR-407 é muito elevado, com presença de sambaquis, sítios líticos e cerâmicos, cenário da ocupação humana desde o período pré-colonial. Somado a isso, caracteriza-se como um importante centro receptor e distribuidor de caminhos até os dias atuais.

Objetivo geral deste programa é mitigar os impactos que o patrimônio arqueológico sofrerá com a implementação do empreendimento. Por meio do estudo in loco, garantir a proteção do patrimônio histórico e arqueológico na área ocupada pelo empreendimento, em consonância com a legislação existente e com as diretrizes normativas e operacionais.

O traçado da rodovia transcorre trecho ocupados por algumas estruturas residenciais e comércio, nos primeiros 3,8 quilômetros, sendo, na sua maior parte áreas de mata secundária e Áreas de Preservação permanente – APPs preservadas.

A partir dos dados disponíveis (levantamento dos sítios arqueológicos já registrados no Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos e dados secundários dos relatórios científicos), foi possível a elaboração de um mapa indicativo dos sítios arqueológicos da região em relação ao empreendimento (anexo).

Seguindo a Portaria IPHAN 230, de 2002, o Programa de Educação Patrimonial nas áreas circunvizinhas ao empreendimento deve ser executado em todas as fases do licenciamento ambiental de empreendimentos potencialmente lesivos a bens arqueológicos, constituindo parte da Arqueologia Pública, e pode ser entendido como uma forma de diálogo entre os arqueólogos e a sociedade em relação ao patrimônio arqueológico e cultural. Divulgando à comunidade os resultados obtidos nas pesquisas realizadas, atentando para o desenvolvimento da sensibilidade e valorização do patrimônio cultural local.

Nesse sentido a Educação Patrimonial abrangeu atividades com as escolas do município de Paranaguá, bem como, com os funcionários da obra durante o período de monitoramento arqueológico, gestores e comunidade.

O Monitoramento passou pelas seguintes etapas:

Percorrer todo o trecho, realizando o registro fotográfico, seguindo as coordenadas GPS e verificando se a obra estava sendo executada nos trechos não liberados (o trecho liberado compreende do km 0,0 ao 3,8);

Realizar o registro fotográfico, fichas e coordenadas da área já executada;

Realizar o registro fotográfico, fichas e coordenadas dos locais onde estão realizando a duplicação;

Entrevistas com moradores da Região;

Atividades de Educação Patrimonial;

Elaborar o Diagnóstico da atual condição, previsões de término e cronograma de obras cedido pela equipe de campo da Ecovias.

Para saber mais sobre a Ecovia, acesse www.ecovia.com.br

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Licenciamento Ambiental de Hidrovias no RS para a SPH

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Ano de inicio: 2010

Status: Finalizado

Tipo de empreendimento: Hidrovia

Localização: Porto Alegre  Estado: RS

Serviços Executados

Licenciamento Ambiental

EXECUÇÃO DE SERVIÇOS TÉCNICOS AMBIENTAIS PARA FINS DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL JUNTO A FEPAM/RS PARA DRAGAGEM E DESASSOREAMENTO DE CANAIS DE NAVEGAÇÃO DO RS.

A SPH – Superintendência de Portos e Hidrovias do Estado do Rio Grande do Sul, contratou a Ecossis Soluções Ambientais para a Elaboração de  Estudos Ambientais, com fins de obtenção do licenciamento ambiental junto a FEPAM, para a dragagem de dessassoreamento dos canais de navegação do Delta do Jacuí e Rio Jacuí, do canal de navegação do Rio Guaíba e Bacia do Porto, do Canal São Gonçalo e do canal do Estuário da Lagoa dos Patos.

Os canais totalizam 450 Kilometros de extensão, inseridos no Programa Nacional de dragagem Portuária e Hidroviária, abrangendo o licenciamento das obras e serviços de dragagens dos canais artificiais do leito das vias aquaviárias navegáveis.

Os estudos para o licenciamento ambiental compreenderam a remoção do material sedimentar submerso, proveniente do assoreamento natural, com vistas a manutenção da profundidade do calado oficial das hidrovias garantido pelo Estado do Rio Grande do Sul. Dentro os serviços executados, as atividades realizadas foram:

– Descrição Geral do Empreendimento (localização, coordenadas e vias de acesso, objetivo, importância no contexto sócio-econômico da região e justificativa da obra);

– Caracterização do Empreendimento (área do local a ser desassoreado, volume de material a ser removido, tipo de equipamento a ser utilizado, seção do curso d’água com largura e profundidade, definição dos locais de disposição do material resultante do desassoreamento e área ocupada pela disposição, bem como a distância máxima da margem, descrição das etapas do projeto, cronograma de execução, plano de dragagem e levantamentos batimétricos);

– Diagnóstico Ambiental (caracterização dos ecossistemas fauna e flora, caracterização sedimentológica do material a ser removido pelo desassoreamento, geologia e geomorfologia da área fonte, taxa de sedimentação e aspectos hidrodinâmicos, descrição e locação dos usos da água local e a jusante até os limites da Área de Influência Indireta, identificação das áreas protegidas na área a ser licenciada conforme legislação vigente e das Unidades de Conservação (U.C.) num raio 10 km no entorno da área licenciada);

– Coleta e Análise de Amostras de Sedimento de Fundo;

– Impactos Ambientais (região afetada pelo impacto, paisagístico, transporte, poeira, efluentes, ruídos, descrição dos poluentes gerados pelo empreendimento em operação normal, previsão das influências da alteração do leito no comportamento hidrodinâmico do corpo d’água);

– Prognóstico de Implantação das Medidas Mitigadoras e Compensatórias;

– Apresentação de Documentação Cartográfica.

O Rio Grande do Sul possui uma extensa malha hidroviária formada por rios, lagos e lagoas navegáveis que atravessam o seu território. O Delta Jacuí e demais, fazem parte deste sistema hidroviário que é de importância estratégica para o Estado, pelo potencial das vias navegáveis interiores, sendo na redução de custos e economia de combustível no transporte de cargas e especialmente de cargas de grande volume unitário, em distâncias compatíveis com a modalidade hidroviária.

Maiores informações sobre a SPH podem ser obtidas através do site www.sph.rs.gov.br

 

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Inventario Florestal para a SANEPAR

Inventario Florestal para a SANEPAR

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Ano de inicio: 2016

Status: Finalizado

Tipo de empreendimento: PCH/CGH

Localização: São José do Pinhais  Estado: PR

Serviços Executados

Inventário Florestal

Ecossis elaborou para a SANEPAR o Inventário Florestal para a fase II da Barragem  Miringuava no Município de São José dos Pinhais – PR.

A equipe técnica da Ecossis elaborou para a SANEPAR o Inventário Florestal para a fase II da Barragem  Miringuava, localizada no Município de São José dos Pinhais no Paraná.

Na região da barragem estão localizadas diversas unidades de Conservação, entre elas podemos destacar: Parque Nacional Guaricana que faz fronteira direta com a área do reservatório, Parque Nacional Saint-Hilaire/Lange, APA Estadual do Rio Verde; APA Estadual do Passaúna; Floresta Nacional do Açungui; APA Estadual do Iraí; Floresta Estadual Metropolitana; APA Estadual de Piraquara.

A região de interesse do presente estudo pertence à unidade fitogeográfica da Floresta Ombrófila Mista (floresta de araucária), sendo que a área do reservatório ocupa predominantemente locais ciliares e de altitudes abaixo de 905m.  A Floresta Ombrófila Mista, popularmente conhecida como “mata-de-araucária” ou “pinheral” (IBGE, 2012), é uma formação vegetal cujo desenvolvimento está intimamente associado à altitude.

O levantamento florístico foi realizado através da metodologia de caminhamento (FILGUEIRAS et al. 1994), procurando percorrer toda extensão do estudo em questão. Ao longo dos trechos percorridos foram identificadas as principais espécies vegetais das mais variadas formas de vida (ervas, arbustos, árvores, lianas e epífitas), realizando registro fotográfico dos indivíduos férteis (com flor ou frutos). O método do caminhamento constituiu-se em três etapas:

  • Reconhecimento dos tipos de vegetação (fitofisionomias) presentes na área de estudo;
  • Elaboração da lista das espécies (nome popular e científico) encontradas no local;
  • Organização e processamento dos dados levantados em forma de tabelas e gráficos.

As espécies não identificadas em campo foram coletadas para posterior identificação com o auxílio de bibliografia especializada em escritório.

Para a área diretamente afetada pelo lago/reservatório de 4,308 Km2 (correspondente à lâmina de água no nível máximo normal de operação do reservatório, na cota 905,000 m), todas as espécies arbóreas ameaçadas de extinção foram levantadas através do censo 100%.

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CODEBA

Monitoramento do Porto de Ilhéus para a CODEBA

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Ano de inicio: 2017

Status: finalizado

Tipo de empreendimento: Porto

Localização: Ilhéus  Estado: BA

Serviços Executados

Resgate da Fauna

A Ecossis realizou para a CODEBA – Companhia Docas do Estado da Bahia, a Campanha Complementar de Monitoramento das comunidades Planctônicas do Porto de Ilhéus – BA.

 A Cia das Docas da Bahia é uma empresa de economia mista, com o objetivo de administrar e explorar a atividade portuária dos portos de Salvador, Aratu, hoje Porto de Aratu-Candeias e Malhado, atualmente Porto de Ilhéus, no estado da Bahia.

Os serviços técnicos contratados referentes a quinta campanha de monitoramento das comunidades planctônicas no Porto de Ilhéus, durante dragagem de manutenção.

O escopo do serviço envolveu a elaboração de Plano de Manejo para emissão da Autorização de Coleta, Captura e Transporte de Material Biológico, fornecido pelo IBAMA.

Na fase de campanha foi realizada coleta de amostragem de zooplâncton, fitoplâncton e de ictioplâncton em oito estações já definidas no programa de monitoramento da dragagem. As estações estão localizadas dentro da área de dragagem, na saída do estuário do Rio Almada, no eixo de enroscamento e em mar aberto.

As amostragens foram realizadas na amplitude de mará de sizígia e em período de maré de enchente e vazante. Foram aferidos os parâmetros físico-químicos e as condições meteoceanográficas relevantes. Para os índices biológicos apresentados no relatório final, foi determinado a abundância, densidade, dominância, equitabilidade, similaridade e diversidade, além de comparações temporais e espaciais.

Para saber mais sobre a Cia das Docas da Bahia, acesse http://www.codeba.com.br

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Avaliação de Passivo Ambiental para terminal portuário em Porto Alegre

Avaliação de Passivo Ambiental para terminal portuário em Porto Alegre

Ano de inicio: 2017

Status: Ativo

Tipo de empreendimento: 

Terminar Portuário

Localização: Porto Alegre  Estado: RS

A Ecossis foi contratada pela Empresa Serra Morena Commodities e Serviços para Avaliação Preliminar de Passivo Ambiental para o terminal Portuário de Porto Alegre.

A avaliação Preliminar de Passivo ambiental, compreendendo a Fase I, foi executada em atendimento a ofício da FEPAM – Fundação Estadual de Proteção Ambiental/RS, DISA/FEPAM n°11.959/2017,onde os serviços executados foram:

Visita in loco para inspeção visual da área e contatos com funcionários do empreendimento e moradores vizinhos para obtenção de informações preliminares, para à elaboração de um modelo conceitual da possível situação de contaminação;

Levantamento de informações históricas sobre as atividades desenvolvidas no local, insumos utilizados, construções executadas e caracterização ambiental da área;

Planta de localização georreferenciada, identificada e cotada em escala compatível, com indicação de recursos hídricos, prédios e instalações, vias de acesso, pontos de referência, estruturas geológicas ou feições geográficas significativas, delimitação da área, entre outros;

Descrição da vizinhança, residências, principais atividades comerciais, industriais, escolas, existência de poços artesianos, entre outras;

Registro fotográfico atualizado da área em diferentes ângulos, destacando os cursos d’água e outros elementos de importância da contaminação em estudo;

Levantamento dos pontos de interferência que podem constituir barreiras ou caminhos preferenciais de fluxo e transporte de contaminantes, caso de tubulações e galerias.

Elaboração de Relatório de Avaliação Preliminar de Passivo Ambiental, FASE I conforme NBR15.515 e item 6.1 da DIRETRIZ TÉCNICA Nº 001 / 2011 – DIRTEC – FEPAM;

Atendimento Documentação Obrigatória, indicada no Sistema Online de Licenciamento Ambiental – FEPAM, contemplando: Elaboração de produto técnico com indicação dos impactos ambientais previstos, em decorrência da atividade a ser desenvolvida (Termina de Carga – CODRAM: 4720.50); Execução de atividades técnicas em campo para a verificação das condições de permeabilidade do solo e Relatório de Permeabilidade do Solo; Elaboração de diagnóstico do Meio Físico, incluindo Laudo Geológico;

Emissão de ARTs de profissionais habilitados, responsáveis pelos estudos e produtos técnicos gerados.

Levantamento planialtimétrico conforme item 2.3 do procedimento para demarcação da linha do nível médio das enchentes ordinárias (lnmeor) e da delimitação, em planta, de terrenos marginais do Estado.

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Estudos Ambientais para o Banco do Brasil licenciar Aeródromos em MG

Estudos Ambientais para o licenciamento de Aeródromos em MG

A Ecossis  desenvolveu diversos estudos ambientais para o Banco do Brasil.

Os estudos fazem parte do convênio entre a Secretaria da Aviação Civil – SAC e o Banco do Brasil, que contratou a Ecossis com a finalidade de realizar a elaboração de estudos ambientais especializados e necessários para a obtenção do licenciamento ambiental das obras de instalação, reforma e regularização, dos aeródromos (pequenos aeroportos) localizados nos municípios do Estado de Minas Gerais

Os serviços executados compreenderam a Assessoria e Elaboração de estudos, relatórios, planos e projetos, sendo Estudos de Impacto Ambiental e respectivo Relatório (EIA-RIMAs), Planos de Controle Ambiental (PCAs), Relatórios Ambientais Simplificado (RAS) e Relatórios de Controle Ambiental (RCA), para o licenciamento ambiental e regularização dos 29 aeródromos  localizados no estado de Minas Gerais.


Saiba mais sobre a Ecossis

Fundada em 2006 pelos biólogos Gustavo Leite e Juliano Moreira, a Ecossis Soluções Ambientais nasceu para atender à uma crescente demanda da sociedade por soluções ágeis e eficientes na área de meio ambiente. Este mesmos pilares norteiam a política, valores e princípios de trabalho até hoje em todos seus projetos.

A Ecossis Soluções Ambientais é uma empresa de meio ambiente que presta serviços de assessoria e consultoria ambiental para os mais diversos setores da sociedade tais como, infra-estrutura, energia, mineração, agronegócio, órgãos públicos e entre outros.

Nossas soluções  buscam ser economicamente viáveis, socialmente justas e ambiental corretas, tendo como base na legislação e as peculiaridades de segmento que atuamos, para que todos nossos clientes, não somente tenham satisfação com nossos serviços, mas que seus projetos alcancem o desenvolvimento sustentável.

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Prospecção Arqueológica para a URBAM

Prospecção Arqueológica para a URBAM

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Ano de inicio: 2017

Status: Finalizado

Tipo de empreendimento: Saneamento

Localização: São José dos Campos

Estado: SP

A Ecossis realizou Serviços de Prospecção Arqueológica e Educação Patrimonial, para a URBAM-Urbanizadora Municipal S/A de São José dos Campos – SP

O Programa de Prospecção Arqueológica e de Educação Patrimonial para o processo de obtenção da Licença Ambiental de Operação – LO para o Loteamento  Industrial do Parque tecnológico de São José dos Campos foi em atendimento ao solicitado na exigência da Licença de Instalação n° 570002 emitida pela CETESB, conforme parecer técnico 366/12 emitido pelo setor de Arqueologia da SE – IPHAN/SP com o objeito de obter a LO do Loteamento Industrial.

Escopo e etapas do trabalho prestado:

Programa de Prospecção Arqueológica – realização do Programa de prospecção intensiva com malha de sondagem, trincheira e postos de teste, para investigação do sub-solo na busca de vestígios arqueológicos nos 351.000 m² dos lotes do empreendimento e nas áreas institucionais. Coleta de material de amostragem e realização do acondicionamento das peças. Elaboração de relatório com os resultados e contendo proposição de medidas mitigatórias.

Programa de Educação Patrimonial – Elaboração e execução de trabalho educacional focado no patrimônio cultural arqueológico da área pertencente ao loteamento e viário. Diagnostico do público – alvo. Realização de palestras e oficinas práticas em escolas e comunidades da localidade. Confecção de material de divulgação contendo os resultados da pesquisa e dos estudos realizados. Elaboração de relatório com os resultados.

Apresentação do protocolo de relatório conclusivo e acompanhamento do processo junto ao IPHAN.

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Elaboração de Estudos Ambientais para a CESAN

Elaboração de Estudos Ambientais para a CESAN

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Ano de inicio: 2017

Status: Finalizado

Tipo de empreendimento: Saneamento

Localização: Vitória  Estado: ES

A Ecossis realizou para CESAN a Elaboração de estudos ambientais, compreendendo um Relatório de Controle Ambiental – RCA, um PACUERA e um PRAD, para a Barragem do Rio Jucu no ES.

A CESAN – Companhia Espírito-Santense de Saneamento contratou a elaboração do Relatório de Controle Ambiental (RCA), Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entrono de Reservatório Artificial (PACUERA) e Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), estes foram desenvolvidos para atender os termos de referência e legislação específica dos órgãos ambientais do Espírito Santo, responsáveis pelo Licenciamento Ambiental da Barragem do Rio Jucu – Braço do Norte/ES.

Os estudos realizados para CESAN foram necessários devido a implantação de Barragem no Rio Jucu, concebida para a reservação de água, minimizando efeitos de estiagens prolongadas, e garantindo vazão firme para abastecimento da região metropolitana de Vitória nos próximos anos, uma vez que a captação atual é feita a fio d`água.

O RCA apresentou a descrição geral do projeto, estudos de alternativas locacionais, identificação da área de influência do empreendimento, diagnóstico ambiental da área de influência (meio físico, meio biótico, meio antrópico), prognóstico ambiental, relatório fotográfico e conclusões.

O PACUERA contemplou o embasamento legal, objetivos, informações gerais, caracterização da barragem de abastecimento público e seu entorno, diagnóstico socioambiental, descrição das medidas de conservação e do uso no entorno do reservatório, relatório fotográfico, bibliografia.

O PRAD continha as informações gerais com diagnóstico da área a ser recuperada e do entorno da área a ser recuperada, objetivo da recuperação, planejamento da recuperação, resultados esperados e cronograma físico, definições, justificativas e dados do responsável técnico.

Abaixo reportagem publicada, após a assinatura do contrato e reunião técnica, realizada entre os membros da CESAN e o Diretor técnico da Ecossis, Sr. Juliano Moreira e o gerente de Projetos, Jean Antônio.

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Saiba mais sobre a Companhia Espírito Santense de Saneamento em www.cesan.com.br

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