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Eletronuclear

Programa de Educação Ambiental – PEA e PEAT para a Eletronuclear

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Ano de inicio: 2014

Status: Finalizado

Tipo de empreendimento: Usina Nuclear

Localização: Andra dos Reis  Estado: RJ

Serviços Executados

Programa de Educação Ambiental

Implementação do Programa Eletrobrás – Eletronuclear de Educação Ambiental da Central Nuclear Almirante Alvaro Alberto (PEA – CNAAA).

A Ecossis executou ações de Educação Socioambiental do Programa Eletrobrás – Eletronuclear de Educação Ambiental (PEA) e Educação Ambiental dos Trabalhadores (PEAT) junto às comunidades pesqueiras, quilombolas, estudantes, professores, comerciantes e trabalhadores da usina nuclear de Angra, localizada na Rodovia Procurador Haroldo Fernandes Duarte em Itaorna – Angra dos Reis/RJ.

Os Programas atenderam Angra 1, 2 e Angra 3 em construção. A capacidade de Geração de Angra 1 é de 640 MWe, Angra 2 de 1.350 MWe e Angra 3 previsto uma capacidade 1.405 MWe.

O empreendimento esta na Bacia Hidrográfica Bacia do Atlântico trecho leste – Sub-bacia Litorânea do Rio de Janeiro: Região Hidrográfica I / Bacia Hidrográfica da Baía da Ilha Grande.

O Programa de Educação Ambiental (PEA) teve o intuito de atender as condicionantes do licenciamento ambiental da Usina perante o IBAMA. Este programa ocorreu com diversos encontros, palestras, visitas e reuniões pela região de Angra, Paraty e Rio Claro, envolvendo as principais lideranças, técnicos especializados e sociedade civil organizada interessada em participar.

O Projeto de Educação Ambiental dos Trabalhadores (PEAT) programa de educação ambiental voltado aos trabalhadores da Eletronuclear, teve uma proposta nova que envolveu atualizar os cursos e treinamentos já realizados pela empresa, assim como desenvolver ações para um diagnóstico da opinião do trabalhador no que tange as questões ambientais

A execução do Programa de Educação Ambiental ocorreu através das seguintes etapas:

  • Elaboração e execução de plano de trabalho detalhado, de acordo com a metodologia e os objetivos do Programa que articula as etapas necessárias à implementação do mesmo.
  • Identificação e mobilização dos atores sociais por meio de contatos com os atores sociais previamente indicados durante a construção do PEA;
  • Institucionalização do Programa por meio da constituição de um Conselho Consultivo Externo, representado pelos municípios da área de influência (Angra dos Reis, Paraty e Rio Claro), bem como auxilio nos trabalhos do Comitê Gestor de Educação Ambiental da CNAAA;
  • Indicação, proposição e elaboração e execução e monitoramento de projetos para as linhas de ação e seus respectivos temas em consonância com as necessidades apresentadas pelo Conselho Consultivo Externo e aprovadas pelo Comitê Gestor Interno;
  • Avaliação e prestação de contas dos resultados dos projetos ao Comitê Gestor Interno.
  • Definição e justificativa do instrumental metodológico a ser adotado, tendo em vista as características da atividade do empreendimento, os impactos gerados e as orientações do órgão licenciador (IBAMA);
  • Identificação e descrição das partes interessadas, caracterizando-as em grupos de interesse compostos de atores sociais com características comuns, passíveis de interação direta ou indireta com o empreendimento;
  • Mapeamento das políticas públicas e de outras iniciativas relacionadas à gestão ambiental e à educação ambiental no âmbito do licenciamento do empreendimento;
  • Definição de estratégias para a criação e institucionalização de um Conselho Consultivo Externo;
  • Elaboração de proposta de agenda para o período de contratação;
  • Execução da agenda de atividades aprovada pelo Conselho para PEA e PEAT para as comunidades dos municípios afetados e para os trabalhadores do empreendimento;
  • Estruturação de um sistema de monitoramento e avaliação das ações desenvolvidas baseado nas capacidades (atitudes) adquiridas ao longo da implementação do PEA e PEAT;
  • Detalhamento dos meios de registro e documentação das atividades realizadas durante a execução do PEA/PEAT, os quais foram consolidados em forma de relatório e encaminhados à ELETROBRAS ELETRONUCLEAR para análise e posterior encaminhamento ao IBAMA.

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Assessoria Ambiental para a Prefeitura Municipal de Arroio Grande – RS

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Ano de inicio: 2009

Status: Finalizado

Tipo de empreendimento: Saneamento

Localização:Arroio Grande  Estado: RS

Ecossis prestou Assessoria Técnica Ambiental para a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Arroio Grande afim de obtenção do Licenciamento Ambiental.

A Assessoria Ambiental se desenvolveu através da elaboração de estudos e projetos para o aterro sanitário municipal, bem como seu monitoramento.

Foi realizado o monitoramento mensal dos resíduos sólidos municipais no aterro, com fornecimento de laudo técnico de orientações e sugestões;
Foi realizado o acompanhamento técnico do projeto de desassoriamento do trecho do Arroio Grande;
Também foi realizada assessoria técnica para elaboração de projetos para concessão de licença, para exploração de jazidas minerais e licenciamento ambiental para loteamentos;

A equipe técnica ficou responsável pela emissão de pareceres e reuniões com promotoria, órgãos ambientais e representantes da prefeitura.

Para saber mais sobre o município de Arroio Grande acesse http://www.arroiogrande.rs.gov.br


Saiba mais sobre a Ecossis.

A Ecossis Soluções Ambientais é uma empresa de meio ambiente que presta serviços de assessoria e consultoria ambiental para os mais diversos setores da sociedade tais como, infra-estrutura, energia, mineração, agronegócio, órgãos públicos e entre outros.

Nossas soluções  buscam ser economicamente viáveis, socialmente justas e ambiental corretas, tendo como base na legislação e as peculiaridades de segmento que atuamos, para que todos nossos clientes, não somente tenham satisfação com nossos serviços, mas que seus projetos alcancem o desenvolvimento sustentável.

Fundada em 2006 pelos biólogos Gustavo Leite e Juliano Moreira, a Ecossis Soluções Ambientais nasceu para atender à uma crescente demanda da sociedade por soluções ágeis e eficientes na área de meio ambiente. Este mesmos pilares norteiam a política, valores e princípios de trabalho até hoje em todos seus projetos.

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Monitoramento Arqueológico da Rodovia PR407

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Ano de inicio: 2015

Status: Finalizado

Tipo de empreendimento: Rodovia

Localização: Paranaguá  Estado: PR

Elaboração de estudos e acompanhamento arqueológico da 1ª Etapa da duplicação da rodovia PR-407, entre o km 0 e 3,8, no perímetro urbano de Paranaguá – PR.

A Ecossis Soluções Ambientais realizou o monitoramento arqueológico e Educação Patrimonial ao longo do traçado da Duplicação da Rodovia PR-407 (km 0,0 ao km 3,8), para a Concessionária Ecovias Caminho do Mar SA – ECOVIAS, detentora dos direitos de concessão e responsável pela instalação da obra.

Os estudos sobre o patrimônio arqueológico e histórico necessários ao licenciamento desta duplicação foram realizados ela Ecossis, sob a coordenação da Arqueóloga Carla Pequini, com apoio e guarda de material do Museu Paranaense.

O potencial arqueológico previsto para as áreas de influência da Duplicação da Rodovia PR-407 é muito elevado, com presença de sambaquis, sítios líticos e cerâmicos, cenário da ocupação humana desde o período pré-colonial. Somado a isso, caracteriza-se como um importante centro receptor e distribuidor de caminhos até os dias atuais.

Objetivo geral deste programa é mitigar os impactos que o patrimônio arqueológico sofrerá com a implementação do empreendimento. Por meio do estudo in loco, garantir a proteção do patrimônio histórico e arqueológico na área ocupada pelo empreendimento, em consonância com a legislação existente e com as diretrizes normativas e operacionais.

O traçado da rodovia transcorre trecho ocupados por algumas estruturas residenciais e comércio, nos primeiros 3,8 quilômetros, sendo, na sua maior parte áreas de mata secundária e Áreas de Preservação permanente – APPs preservadas.

A partir dos dados disponíveis (levantamento dos sítios arqueológicos já registrados no Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos e dados secundários dos relatórios científicos), foi possível a elaboração de um mapa indicativo dos sítios arqueológicos da região em relação ao empreendimento (anexo).

Seguindo a Portaria IPHAN 230, de 2002, o Programa de Educação Patrimonial nas áreas circunvizinhas ao empreendimento deve ser executado em todas as fases do licenciamento ambiental de empreendimentos potencialmente lesivos a bens arqueológicos, constituindo parte da Arqueologia Pública, e pode ser entendido como uma forma de diálogo entre os arqueólogos e a sociedade em relação ao patrimônio arqueológico e cultural. Divulgando à comunidade os resultados obtidos nas pesquisas realizadas, atentando para o desenvolvimento da sensibilidade e valorização do patrimônio cultural local.

Nesse sentido a Educação Patrimonial abrangeu atividades com as escolas do município de Paranaguá, bem como, com os funcionários da obra durante o período de monitoramento arqueológico, gestores e comunidade.

O Monitoramento passou pelas seguintes etapas:

Percorrer todo o trecho, realizando o registro fotográfico, seguindo as coordenadas GPS e verificando se a obra estava sendo executada nos trechos não liberados (o trecho liberado compreende do km 0,0 ao 3,8);

Realizar o registro fotográfico, fichas e coordenadas da área já executada;

Realizar o registro fotográfico, fichas e coordenadas dos locais onde estão realizando a duplicação;

Entrevistas com moradores da Região;

Atividades de Educação Patrimonial;

Elaborar o Diagnóstico da atual condição, previsões de término e cronograma de obras cedido pela equipe de campo da Ecovias.

Para saber mais sobre a Ecovia, acesse www.ecovia.com.br

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Prefeitura de Osorio

Projeto Ambiental para APA Morro Borusia em Osório – RS

Prefeitura de Osorio

Ano de inicio: 2011

Status: Finalizado

Tipo de empreendimento: 

Unidade de Conservação

Localização: Osório  Estado: RS

Ecossis executa para a Prefeitura de Osório Projeto de Desenvolvimento Sustentável da APA Morro Borusia em Osório – RS.

As atividades do Projeto de Desenvolvimento Sustentável da APA – Área de Proteção Ambiental, compreenderam o serviço que visa à implementação do Programa de Conservação do Meio Ambiente, que consta no Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental Morro de Osório, instituído pelo decreto 213/2088, contemplando os seguintes serviços:

Mapeamento e recuperação das áreas degradadas de mata ciliares na APA;

Elaboração de um Plano de Recuperação de Áreas de Mata Ciliar Degradadas com mapeamento, identificação e quantificação das áreas;

Elaboração de mapas temáticos sobre o uso e ocupação do solo, vegetação, aspectos sócio-econômico das áreas a serem recuperadas, entre outros;

Elaboração de um banco de dados dos moradores com as áreas a serem recuperadas;

Contextualização das Áreas de Mata Ciliar a serem recuperadas;

Constatação dos fatores de degradação dos corpos d’água e das margens;

Proteção das nascentes no interior da APA Morro de Osório através de Mapeamento das áreas que necessitam recuperação ou proteção através de localização em imagens de satélite e cartas topográficas;

Estimular o envolvimento dos proprietários de áreas que precisam ser recuperadas, esclarecendo sobre a importância da manutenção das matas ciliares e avaliando alternativas de relocação de atividades produtivas nestas áreas, através de encontros onde serão abordados assuntos referentes ao meio ambiente, legislação ambiental, desenvolvimento sustentável, entre outros;

Fomentar o desenvolvimento de sistemas agroflorestais fora de APPs como fonte de renda sustentável, especialmente para os proprietários de áreas com APP.

Mapeamento das fontes de contaminação dos rios no interior da APA;

Realização das oficinas, cursos e reuniões;

Elaboração de relatório de Identificação das atividades produtivas e de serviços alternativas e sustentáveis com maior aptidão às características ambientais e sociais da região;

Estudo sobre certificação dos produtos oriundos da APA Morro de Osório;

Todo o desenvolvimento do trabalho foi executado por uma equipe de profissionais epecializados nas mais diversas áreas, como: engenheiro florestal, biólogo, assistente social, pedagogo, sociólogo, geólogo, engenheiro hídrico e agrônomo, além de  palestrantes e oficineiros.

Serviços de Geoprocessamento, desenho digital e equipamentos como computadores, GPS, distanciômetros, armadilhas fotográficas para a fauna, máquinas fotográficas digitais, impressoras, filmadoras, veículos, etc.,  foram necessários para a execução dos serviços de Desenvolvimento Sustentável da APA Morro Borusia em Osório.

www.ecossis.com

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Plano de Manejo RPPN Morro Sapucaia – ICMBIO

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Ano de inicio: 2007

Status: Finalizado

Tipo de empreendimento: 

Unidade de Conservação

Localização: Sapucaia do Sul  Estado: RS

A Ecossis executou o Plano de Manejo da RPPN  – Reserva Particular do Patrimônio Natural Morro Sapucaia/RS.

Os estudos ambientais realizados na área da RPPN Fazenda Morro Sapucaia do Sul, no Estado do Rio Grande do Sul, seguiram o Roteiro Metodológico para a Elaboração de Plano de Manejo para Reserva Particular do Patrimônio Particular (RPPN) disponibilizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis – IBAMA e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio.

O objetivo do Plano de Manejo é estruturar o uso da RPPN, instrumento a amparar atividades de educação ambiental com vistas à sensibilização da população de Sapucaia do Sul e cidades do entorno, bem como para a conservação da riqueza de flora e fauna existente neste morro privilegiado, bem como promover pesquisas científicas e atividades ecoturísticas.

Esta RPPN é a primeira Unidade de Conservação nos morros areníticos da região metropolitana, com áreas naturais de Sapucaia do Sul. A área possui significância ambiental destacada em decorrência de vários fatores, como a presença de Mata Atlântica, diversas espécies da flora e fauna, campestres e arbóreas em risco de extinção.

O Morro Sapucaia, por denominação local é também conhecido como Morro do Chapéu por denominação atribuída pelos Porto-Alegrenses há cem anos atrás.

O Plano de manejo  contou com um diagnóstico minucioso onde foi levantado todos os fatores abióticos, como: clima, geomorfologia, geologia e hidrografia, fatores bióticos, como: vegetação e fauna, aspectos históricos e culturais (sítios históricos) dentre outros aspectos gerais, avaliação de impactos ambientais, caracterização da área de entorno, possibilidade de conectividade e declaração de significância.

Na fase de planejamento foram definidas cinco zonas para a RPPN Morro Sapucaia, sendo a zona de proteção, zona de visitação, zona de administração, zona de transição e zona de recuperação.

O zoneamento da Reserva Particular do Patrimônio Natural Morro Sapucaia baseou-se nos objetivos gerais da categoria de unidade de conservação, que consta na lei 9.985/2000, em seus objetivos específicos, e também conhecimentos gerados pela pesquisa científica.

O Plano de manejo completo esta disponível para download em nosso site e também é possível  acessá-lo através do site:http://www.icmbio.gov.br/

 

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Programa de Arqueologia em Linha de Transmissão para Copel

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Ano de inicio: 2011

Status: Finalizado

Tipo de empreendimento: 

Linha de Transmissão

Localização: Guaíba  Estado: RS

Ecossis foi contratada pela Copel para executar o Programa de Arqueologia da LT Araraquara-Taubaté localizada no Estado de São Paulo

A execução do Programa de arqueologia para a Copel, contempla a Preservação, Prospecção, Resgate, Salvamento e Monitoramento do Patrimônio Arqueológico e Educação Patrimonial do empreendimento Linha de Transmissão 500 kV Araquara II – Taubaté, envolvendo 28 municípios do Estado de São Paulo:

Municípios abrangidos:

Araraquara, Boa Esperança do Sul, Ibaté, Ribeirão Bonito, São Carlos, Itirapina, Analândia, Corumbataí, Rio Claro, Araras, Cordeirópolis, Limeira, Cosmópolis, Paulínia, Artur Nogueira, Holambra, Jaguariúna, Campinas, Pedreira, Amparo, Morungaba, Bragança Paulista, Atibaia, Piracaia, Igaratá, São José dos Campos, Caçapava e Taubaté.

A Ecossis orgulha-se de poder contribuir desenvolvendo todos os serviços de arqueologia desta importante obra, que trará grande benefícios para o escoamento da energia em nosso País.

Este empreendimento gerará benefícios para o País, pois melhorará a qualidade do fornecimento de energia elétrica, desenvolvendo a economia regional e nacional. Trará vantagens sociais diretas e indiretas para as populações da região Sudeste do Brasil, estabelecendo um ciclo de geração de empregos para cerca de 900 pessoas e renda e melhorias da qualidade de vida.

Com investimentos da ordem de R$ 230 milhões, este empreendimento vai possibilitar o escoamento pleno da energia proveniente das usinas do rio Madeira (Jirau e Santo Antônio), no Estado de Rondônia, até os principais centros de carga de São Paulo e Rio de Janeiro. As usinas do rio Madeira estão entre os principais reforços com que conta o Sistema Elétrico Interligado nos próximos anos, e o transporte dessa energia até os centros de consumo é uma etapa crucial do processo. Desse total, R$ 25 milhões são destinados às obras de ampliação da subestação Taubaté, além do trecho da linha de transmissão que circunda a cidade. Fonte: Copel

Maiores informações sobre o empreendimento podem ser encontradas em:

http://www.copel.com/

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Eletronorte

Pacuera UHE Samuel – RO

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Ano de inicio: 2010

Status: Finalizado

Tipo de empreendimento: UHE

Localização:Candeias do Jamari  Estado: RO

Plano de Manejo da Estação Ecológica Estadual de Samuel – RO.

A Estação Ecológica Estadual de Samuel (ESEC UHE Samuel) está localizada nos municípios de Itapuã do Oeste e Candeias do Jamari. Foi criada pelo Decreto Estadual nº 4.247, de 18 de julho de 1989 e possui uma área total de 71.060,723 hectares. De acordo com o art. 2º do referido Decreto, a responsabilidade pela implantação da ESEC Samuel é da Eletronorte – Centrais Elétricas do Norte do Brasil e é uma medida compensatória pelo impacto ambiental causado pela criação do reservatório da UHE Samuel em Rondônia.

Com uma área de alague significativa, a UHE possui 217 MW de capacidade instalada, sendo uma das principais usinas do Rio Madeira. O Rio Madeira é o maior afluente da margem direita do rio Amazonas, atuando como importante barreira geográfica para muitas espécies, especialmente vertebrados e invertebrados.

Diversas espécies são endêmicas da Província Madeira, sendo uma das mais extensas da América Latina, está enquadrada em uma prioridade intermediária de conservação dada à condição de vulnerável – ainda parcialmente íntegra, porém em franco processo de perda e fragmentação.

A ESEC Samuel está listada como uma das 900 Áreas Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade Brasileira (reconhecidas pelo Decreto nº 5092, de 21 de maio de 2004 e instituídas pela Portaria nº 126, de 27 de maio de 2004, do Ministério do Meio Ambiente).

A ESEC Samuel é considerada uma UC estratégica para a conservação de amostras de alta biodiversidade e singularidade ecológica, bem como para a proteção dos recursos hídricos, ou seja, manutenção das nascentes e vegetação ciliar do reservatório da UHE Samuel.

A Ecossis orgulha-se de ter contribuído para o desenvolvimento do Plano de Uso e Conservação do Entorno do Reservatório desta importante usina.

Para saber mais da UHE Samuel e demais usinas da Eletronorte acesse http: www.eletronorte.gov.br

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Licenciamento Ambiental de Hidrovias no RS para a SPH

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Ano de inicio: 2010

Status: Finalizado

Tipo de empreendimento: Hidrovia

Localização: Porto Alegre  Estado: RS

Serviços Executados

Licenciamento Ambiental

EXECUÇÃO DE SERVIÇOS TÉCNICOS AMBIENTAIS PARA FINS DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL JUNTO A FEPAM/RS PARA DRAGAGEM E DESASSOREAMENTO DE CANAIS DE NAVEGAÇÃO DO RS.

A SPH – Superintendência de Portos e Hidrovias do Estado do Rio Grande do Sul, contratou a Ecossis Soluções Ambientais para a Elaboração de  Estudos Ambientais, com fins de obtenção do licenciamento ambiental junto a FEPAM, para a dragagem de dessassoreamento dos canais de navegação do Delta do Jacuí e Rio Jacuí, do canal de navegação do Rio Guaíba e Bacia do Porto, do Canal São Gonçalo e do canal do Estuário da Lagoa dos Patos.

Os canais totalizam 450 Kilometros de extensão, inseridos no Programa Nacional de dragagem Portuária e Hidroviária, abrangendo o licenciamento das obras e serviços de dragagens dos canais artificiais do leito das vias aquaviárias navegáveis.

Os estudos para o licenciamento ambiental compreenderam a remoção do material sedimentar submerso, proveniente do assoreamento natural, com vistas a manutenção da profundidade do calado oficial das hidrovias garantido pelo Estado do Rio Grande do Sul. Dentro os serviços executados, as atividades realizadas foram:

– Descrição Geral do Empreendimento (localização, coordenadas e vias de acesso, objetivo, importância no contexto sócio-econômico da região e justificativa da obra);

– Caracterização do Empreendimento (área do local a ser desassoreado, volume de material a ser removido, tipo de equipamento a ser utilizado, seção do curso d’água com largura e profundidade, definição dos locais de disposição do material resultante do desassoreamento e área ocupada pela disposição, bem como a distância máxima da margem, descrição das etapas do projeto, cronograma de execução, plano de dragagem e levantamentos batimétricos);

– Diagnóstico Ambiental (caracterização dos ecossistemas fauna e flora, caracterização sedimentológica do material a ser removido pelo desassoreamento, geologia e geomorfologia da área fonte, taxa de sedimentação e aspectos hidrodinâmicos, descrição e locação dos usos da água local e a jusante até os limites da Área de Influência Indireta, identificação das áreas protegidas na área a ser licenciada conforme legislação vigente e das Unidades de Conservação (U.C.) num raio 10 km no entorno da área licenciada);

– Coleta e Análise de Amostras de Sedimento de Fundo;

– Impactos Ambientais (região afetada pelo impacto, paisagístico, transporte, poeira, efluentes, ruídos, descrição dos poluentes gerados pelo empreendimento em operação normal, previsão das influências da alteração do leito no comportamento hidrodinâmico do corpo d’água);

– Prognóstico de Implantação das Medidas Mitigadoras e Compensatórias;

– Apresentação de Documentação Cartográfica.

O Rio Grande do Sul possui uma extensa malha hidroviária formada por rios, lagos e lagoas navegáveis que atravessam o seu território. O Delta Jacuí e demais, fazem parte deste sistema hidroviário que é de importância estratégica para o Estado, pelo potencial das vias navegáveis interiores, sendo na redução de custos e economia de combustível no transporte de cargas e especialmente de cargas de grande volume unitário, em distâncias compatíveis com a modalidade hidroviária.

Maiores informações sobre a SPH podem ser obtidas através do site www.sph.rs.gov.br

 

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Inventario Florestal para a SANEPAR

Inventario Florestal para a SANEPAR

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Ano de inicio: 2016

Status: Finalizado

Tipo de empreendimento: PCH/CGH

Localização: São José do Pinhais  Estado: PR

Serviços Executados

Inventário Florestal

Ecossis elaborou para a SANEPAR o Inventário Florestal para a fase II da Barragem  Miringuava no Município de São José dos Pinhais – PR.

A equipe técnica da Ecossis elaborou para a SANEPAR o Inventário Florestal para a fase II da Barragem  Miringuava, localizada no Município de São José dos Pinhais no Paraná.

Na região da barragem estão localizadas diversas unidades de Conservação, entre elas podemos destacar: Parque Nacional Guaricana que faz fronteira direta com a área do reservatório, Parque Nacional Saint-Hilaire/Lange, APA Estadual do Rio Verde; APA Estadual do Passaúna; Floresta Nacional do Açungui; APA Estadual do Iraí; Floresta Estadual Metropolitana; APA Estadual de Piraquara.

A região de interesse do presente estudo pertence à unidade fitogeográfica da Floresta Ombrófila Mista (floresta de araucária), sendo que a área do reservatório ocupa predominantemente locais ciliares e de altitudes abaixo de 905m.  A Floresta Ombrófila Mista, popularmente conhecida como “mata-de-araucária” ou “pinheral” (IBGE, 2012), é uma formação vegetal cujo desenvolvimento está intimamente associado à altitude.

O levantamento florístico foi realizado através da metodologia de caminhamento (FILGUEIRAS et al. 1994), procurando percorrer toda extensão do estudo em questão. Ao longo dos trechos percorridos foram identificadas as principais espécies vegetais das mais variadas formas de vida (ervas, arbustos, árvores, lianas e epífitas), realizando registro fotográfico dos indivíduos férteis (com flor ou frutos). O método do caminhamento constituiu-se em três etapas:

  • Reconhecimento dos tipos de vegetação (fitofisionomias) presentes na área de estudo;
  • Elaboração da lista das espécies (nome popular e científico) encontradas no local;
  • Organização e processamento dos dados levantados em forma de tabelas e gráficos.

As espécies não identificadas em campo foram coletadas para posterior identificação com o auxílio de bibliografia especializada em escritório.

Para a área diretamente afetada pelo lago/reservatório de 4,308 Km2 (correspondente à lâmina de água no nível máximo normal de operação do reservatório, na cota 905,000 m), todas as espécies arbóreas ameaçadas de extinção foram levantadas através do censo 100%.

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Ecossis realiza Serviços Técnicos Ambientais para a SULGÁS

Serviços Técnicos Ambientais para a SULGÁS

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Ano de inicio: 2017

Status: Finalizado

Tipo de empreendimento: Gasoduto/Oleoduto

Localização: Porto Alegre  Estado: RS

A Ecossis foi contratada para realizar Serviços Técnicos Ambientais para a SULGÁS – Companhia de Gás do Estado do Rio Grande de Sul.

Os serviços técnicos realizados foram para obter e manter os licenciamentos ambientais para implantação e operação das redes de distribuição de gás natural (RDGN) pertencente a SULGÁS no estado do Rio Grande do Sul.

O escopo dos serviços compreendeu a realização de Laudo Técnico de Monitoramento Vegetal, Acompanhamento e Monitoramento das intervenções sobre o Ambiente Natural, Consultoria Ambiental, Projeto de Manejo de Vegetação e Laudo Geológico.

Todos os serviços contaram com emissão de ART – Anotação de Responsabilidade Técnica.

A equipe técnica da Ecossis esteve a disposição da SULGÁS para acompanhamento em reuniões com o órgão ambiental afim de poder prestar esclarecimentos dos serviços executados.

Mais informações sobre a SULGÁS e seus serviços estão disponíveis em www.sulgas.rs.gov.br


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Fundada em 2006 pelos biólogos Gustavo Leite e Juliano Moreira, a Ecossis Soluções Ambientais nasceu para atender à uma crescente demanda da sociedade por soluções ágeis e eficientes na área de meio ambiente. Este mesmos pilares norteiam a política, valores e princípios de trabalho até hoje em todos seus projetos.

A Ecossis Soluções Ambientais é uma empresa de meio ambiente que presta serviços de assessoria e consultoria ambiental para os mais diversos setores da sociedade tais como, infra-estrutura, energia, mineração, agronegócio, órgãos públicos e entre outros.

Nossas soluções  buscam ser economicamente viáveis, socialmente justas e ambiental corretas, tendo como base na legislação e as peculiaridades de segmento que atuamos, para que todos nossos clientes, não somente tenham satisfação com nossos serviços, mas que seus projetos alcancem o desenvolvimento sustentável.

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