Ano de inicio: 2016
Status: Concluído
Tipo de empreendimento: Linha de Transmissão – LT Palhoça – Blumenau
Localização: Gaspar
Estado: SC

Ano de inicio: 2016
Status: Concluído
Tipo de empreendimento: Linha de Transmissão – LT Palhoça – Blumenau
Localização: Gaspar
Estado: SC
Serviços Executados
A Ecossis realizou para a Eletrosul Centrais Elétricas, a supervisão ambiental e a execução de programas ambientais das obras relacionadas ao seccionamento da LT 230 kv Palhoça – Blumenau, em Santa Catarina.
Visando atender as condicionantes da Licença de Instalação – LI e obtenção da Licença de Operação – LO, foi realizada a execução de diversos programas ambientais na obra da Linha de Transmissão – LT 230 kV Palhoça – Blumenau, e Subestação – SE Gaspar 2, localizada no município de Gaspar/SC. A Linha tem uma tensão de 230 kV com uma extensão aproximada de 2 km.
As atividades desenvolvidas consistiram na execução da supervisão ambiental do empreendimento, cujo objetivo foi a inspeção e o controle da implantação das medidas de mitigação contidas nos programas ambientais, além da orientação à empresa executora da obra. Aliadas à execução da supervisão ambiental, também foram promovidas as seguintes ações:

Ano de inicio: 2016
Status: Finalizado
Tipo de empreendimento: Aeroporto
Localização: Salvador Estado: BA
Serviços Executados
Diversas condições presentes em um aeroporto e seu entorno podem favorecer a presença de fauna, que por sua vez, aumenta a probabilidade de incidentes/acidentes com aeronaves. As colisões entre fauna, notadamente aves, e aeronaves, representam risco à segurança da aviação e da população, quer voando ou em terra, além de prejuízos materiais diretos e indiretos.
Objetivando reduzir os riscos de colisões entre a fauna e as aeronaves, faz-se necessário a execução das ações constantes em um Plano de Manejo de Fauna, que apresente um diagnóstico da situação atual e a proposição, implementação e monitoramento de medidas mitigadoras e preventivas com relação ao risco da fauna em aeroportos.
Os serviços contratados pela Infraero e realizados pela Ecossis no aeroporto de Salvador, consistem em executar as ações descritas no Plano de Manejo da Fauna aprovado e autorizado pelos órgãos competentes, contemplando, o manejo do ambiente, de animais ou grupos destes, transporte e destinação do material zoológico coletado, captura e translocação de fauna, técnicas alternativas, coleta e, quando for o caso, destruição de ovos e ninhos, abate de animais, entre outras.
A captura e translocação de animais seguem a legislação vigente, visando minimizar o estresse e sofrimento do animal.
Os objetivos do Manejo de fauna contratado pela Infraero são:
Executar o manejo e tratamento adequado das espécies que frequentam o aeroporto, de acordo com o Plano de Manejo de Fauna – PMFA em vigor, atendendo as recomendações e licenças estabelecidas pelos órgãos de meio ambiente, incluindo:
A equipe responsável pela execução do Plano de Manejo de Fauna no aeroporto de Salvador é composta por um responsável técnico, dois Biólogos, um veterinário e três auxiliares de campo.

Período: 2020 à 2026
Status: Finalizado
Tipo de empreendimento: Aeroporto
Localização: Rio de Janeiro Estado: RJ
A Ecossis Soluções Ambientais prestou serviços contínuos de monitoramento e manejo de fauna no Aeroporto do Rio de Janeiro / Santos Dumont (SBRJ), operado pela INFRAERO, no período de outubro de 2020 a janeiro de 2026, em um contexto urbano-costeiro de alta complexidade ambiental, na Baía de Guanabara.
O aeroporto está inserido em uma região com forte influência de ambientes aquáticos, ilhas, áreas naturais protegidas, zonas urbanizadas e atividades humanas diversas, o que demandou ações permanentes voltadas à gestão do risco da fauna e à segurança das operações aéreas.
Os serviços foram executados em atendimento ao Programa de Gerenciamento do Risco da Fauna (PGRF) e à Identificação do Perigo da Fauna (IPF), contemplando o monitoramento sistemático da fauna presente na Área Operacional (AO), no Restante do Sítio Aeroportuário (RSA) e na Área de Segurança Aeroportuária (ASA).
As atividades de monitoramento incluíram censos de aves realizados por meio de pontos fixos de observação e transectos veiculares, além de vistorias periódicas em focos atrativos como corpos hídricos, áreas vegetadas, edificações, estruturas portuárias e áreas com influência de resíduos. Os dados coletados foram registrados em formulários digitais, georreferenciados e organizados em banco de dados para análise e acompanhamento.
Na Área de Segurança Aeroportuária, o monitoramento foi realizado semanalmente, com a divisão da área em quadrantes, permitindo a avaliação da distribuição espacial da fauna, a identificação das espécies mais frequentes e a análise dos principais fatores atrativos associados a cada setor.
Ao longo da execução do projeto, foram identificadas as espécies de maior relevância para o risco operacional, com destaque para aves de grande porte e comportamento gregário, como fragatas, urubus, atobás, biguás e quero-queros. Essas informações subsidiaram a proposição e o acompanhamento de ações de manejo, voltadas à mitigação do risco de colisões entre fauna e aeronaves.
Entre as medidas adotadas no âmbito do projeto estiveram a avaliação e o controle de focos atrativos, o manejo da vegetação, a instalação de dispositivos para evitar o empoleiramento de aves em estruturas críticas, o recolhimento de carcaças, além de ações de educação ambiental junto à comunidade aeroportuária e a articulação com órgãos públicos para apoio ao manejo de fauna doméstica no sítio aeroportuário.
Os resultados obtidos a partir do monitoramento contínuo e das ações de manejo foram acompanhados por meio de indicadores de segurança operacional, permitindo a avaliação da efetividade das medidas adotadas e o suporte técnico às decisões operacionais do aeroporto.
O projeto evidenciou a importância do monitoramento sistemático e do manejo integrado da fauna como ferramentas essenciais para a segurança operacional em aeroportos inseridos em ambientes ambientalmente complexos.

Ano de inicio: 2022
Status: Em andamento
Tipo de empreendimento: Infraestrutura
Localização: Itu Estado: SP
A Ecossis foi responsável pela implementação do programa de conservação e monitoramento na Barragem do Piraí, que será construída na divisa dos municípios de Indaiatuba e Salto, no Estado de São Paulo. A equipe técnica realizou ações para conservação, monitoramento, resgate e salvamento da fauna silvestre, além da implementação do programa de conservação e monitoramento da ictiofauna com resgate e salvamento.
Ainda está no plano de trabalho a apresentação da autorização de manejo in situ emitida pelo Departamento de Fauna da Secretaria de Meio Ambiente (defau/sma) de Salto, São Paulo, para as atividades de monitoramento, resgate e relocação da fauna, assim como autorização para o monitoramento de zooplânton, zoobentos e ictiofauna e para o manejo dos peixes eventualmente aprisionados nas ensecadeiras, para a Barragem do Piraí.
A Barragem do Piraí terá 415 metros de comprimento, 15 metros de altura, espelho d’água de 1,8 km² e capacidade para armazenar 9,7 bilhões de litros de água. A obra garantirá a regularização da vazão do manancial e a ampliação do volume de captação de municípios paulistas: Indaiatuba, Salto, Itú e Cabreúva
A contratação da implementação dos Programas e Subprogramas acima citados (assim como a realização de suas primeiras campanhas) e a apresentação das autorizações de manejo in situ para fauna e ictiofauna se fazem necessárias para que o Consórcio Intermunicipal do Ribeirão Piraí (CONIRPI) obtenha a Licença Ambiental de Instalação para o empreendimento. Já a execução e monitoramento se faz necessária para a obtenção da Licença Ambiental de Operação.
O Programa de Conservação e Monitoramento da Fauna Silvestre terá como objetivo principal orientar e estabelecer procedimentos para o salvamento e o resgate da fauna silvestre existente na área das obras da barragem, principalmente nas áreas em que ocorrerão limpeza dos terrenos e supressão da vegetação, conforme levantamento realizado quando do desenvolvimento do EIA-RIMA (Estudo de Impacto Ambiental – Relatório de Impacto Ambiental) deste empreendimento.
– Adequar este Programa ao cronograma das atividades de limpeza dos terrenos e de supressão de vegetação;
– Propor Subprograma de Resgate à Fauna;
– Identificar os impactos e indicar as medidas mitigadoras preventivas, corretivas e compensatórias necessárias à fauna local existente.
– Acompanhar as atividades de supressão de vegetação e demais atividades
impactantes à fauna terrestre local;
– Contribuir para o conhecimento a respeito do comportamento da fauna local quanto às alterações ambientais devido às obras da barragem;
– Minimizar o impacto sobre a fauna terrestre atingida pelas obras e operação da barragem;
– Contribuir para uma boa gestão ambiental das obras.