Project Categories: Monitoramento de Fauna

Monitoramento de Ictiofauna na PCH do Rio Chapéu

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Ano de inicio: 2015

Status: Concluído

Tipo de empreendimento: Pequena Central Hidrelétrica – PCH Barra do Rio Chapéu

Localização: Santa Lima Rosa

Estado: SC

Serviços Executados

Monitoramento de Fauna

A Eletrosul contou com os serviços da Ecossis para a execução do Monitoramento de Ictiofauna da PCH Barra do Rio Chapéu, pelo período de 24 meses, atendendo ao seguinte:

  • Acompanhamento dos efeitos produzidos pelo empreendimento sobre as comunidades de peixes;
  • Avaliação qualitativa (riqueza) e quantitativamente (abundância) as espécies capturadas;
  • Comparação da comunidade ictiofaunística entre os diferentes pontos de coleta por meio de índices de diversidade alfa (Shannon) e beta (Jaccard ou Sorensen) e análises de agrupamento;
  • Classificação das espécies quanto à estratégia alimentar e reprodutiva (guildas tróficas e reprodutivas);
  • Aferição dos dados biométricos (massa e tamanho) dos espécimes coletados durante o Monitoramento de Ictiofauna;
  • Descrição dos pontos de coleta quanto à complexidade estrutural, substrato das margens e leito do rio, vazão, estado de conservação da mata ciliar, uso de solo do entorno e proximidade com potenciais fontes de poluição a montante;
  • Identificação das espécies ameaçadas, raras e/ou endêmicas, bem como as espécies exóticas, com ênfase nas exóticas invasoras;
  • Depósito de exemplares em museu zoológico reconhecido.
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Programa de Monitoramento de Aves e Morcegos em LT da Copel no PR

Monitoramento de Aves e Morcegos em LT da Copel

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Ano de inicio: 2012

Status: Concluído

Tipo de empreendimento: Linha de Transmissão – LT Foz do Iguaçu – Cascavel Oeste

Localização: Cascavel, Santa Teresa do Oeste, Céu Azul, Matelândia, Medianeira, São Miguel do Iguaçu, Santa Terezinha do Itaipu e Foz do Iguaçu

Estado: PR

Serviços Executados

Monitoramento de Fauna

Concluída em 2013, a Linha de Transmissão 525 kV Foz do Iguaçu – Cascavel Oeste está localizada no que é considerada a Mesorregião Oeste Paranaense. A LT previu 115 km de extensão e 525 KV de potência, projetando-se sobre oito municípios do Paraná.

A Ecossis executou o Programa de Monitoramento de Aves, visando diagnosticar os riscos de colisão de Aves e Morcegos na Linha de Transmissão da COPEL, a LT Foz do Iguaçu – Cascavel Oeste, que teve por finalidade interligar a SE Foz do Iguaçu-Furnas à SE Cascavel-Oeste-Copel, melhorando a confiabilidade do sistema elétrico do sul do país, criando uma alternativa para transportar a energia produzida em Itaipu.

As áreas por onde passa a linha de transmissão são habitadas por espécies adaptadas a ambientes alterados e impactados e a vegetação florestal do local encontra-se em estágios iniciais de regeneração, com matas ciliares restritas e vegetação alterada. Este programa foi proposto em função da necessidade de avaliar a existência ou não e, em caso positivo, a magnitude deste impacto de colisões sobre indivíduos da avifauna e da quiropterofauna da área de influência do empreendimento.

Os objetivos do Monitoramento realizado para a COPEL compreenderam:

  • Identificação das possíveis causas de morte (colisão ou eletrocussão);
  • Identificação das espécies que utilizam a Linha de Transmissão para descanso, forrageio e nidificação;
  • Determinação de possíveis diferenças entre os locais amostrados (diferenças espaciais);
  • Determinação de possíveis diferenças entre as diferentes épocas do ano (diferenças sazonais).

Através dos dados obtidos foi possível estimar o impacto de perdas populacionais expressivas e indicar medidas mitigatórias e compensatórias.

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Monitoramento de Ictiofauna para CERAN

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Ano de inicio: 2018

Status: Ativo

Tipo de empreendimento: Usinas Hidrelétricas – UHEs

Localização: Antônio Prado, Bento Gonçalves, Carlos Barbosa, Caxias do Sul, Cotiporã, Flores da Cunha, Farroupilha, Nova Pádua, Nova Roma do Sul, Pinto Bandeira e Veranópolis

Estado: RS

O Complexo Energético Rio das Antas é composto pelas Usinas Hidrelétricas – UHEs: Castro Alves, Monte Claro e 14 de Julho. Atende mais de 630 mil famílias nos municípios de Antônio Prado, Bento Gonçalves, Cotiporã, Flores da Cunha, Nova Pádua, Nova Roma do Sul, Pinto Bandeira e Veranópolis, além de Carlos Barbosa, Caxias do Sul e Farroupilha.

A Ecossis realiza para a CERAN – Companhia Energética Rio das Antas, serviços técnicos para o Monitoramento de Ictiofauna.

Dentre os serviços que compõe o projeto de Monitoramento de Fauna, a Ecossis monitorou as alterações na área dos reservatórios, acompanhou o recrutamento de novos indivíduos às populações naturais, propôs ações de conservação compatíveis com os resultados do monitoramento, avaliou e monitorou os trechos de vazão remanescente dos reservatórios.

O Plano de Monitoramento da Ictiofauna tem como objetivo, a partir dos resultados alcançados desde 2002, acompanhar as modificações na estrutura da ictiocenose e nas populações de peixes decorrentes da implantação e operação das UHEs, abrangendo os processos de reorganização da biota aquática e a retroalimentação das atividades de mitigação e manejo, indicando tendências como depleções populacionais de algumas espécies exóticas, mortandades, predação excessiva, falhas no recrutamento, problemas no crescimento, etc.

As informações obtidas através deste projeto, como localização, dimensão e caracterização das áreas de desova são básicas para ações de manejo que visem o aumento da produção pesqueira e a preservação de espécies.

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Monitoramento de Ictiofauna para CEDAE do RJ

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Ano de inicio: 2018

Status: Concluído

Tipo de empreendimento: Reservatório para Abastecimento Público – Barragem de Imunana

Localização: Rio de Janeiro

Estado: RJ

A Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro – CEDAE é responsável pela captação de água bruta, tratamento convencional e abastecimento da população dos municípios de Itaboraí, São Gonçalo e Niterói/RJ. A Ecossis realizou, na área de abrangência da Barragem de Imunana, o monitoramento quantitativo e qualitativo da ictiofauna. As análises se deram através da diversidade de espécies, reprodução, existência de espécies exóticas e nativas, relação de crescimento e proporção entre as mesmas nos parâmetros tempo e espaço, além de ações de manejo.

Para a realização do monitoramento da Área de Influência Direta – AID da Barragem do Imunana, foi elaborado um plano de trabalho, contendo 4 campanhas trimestrais, seguidas de relatórios individuais e um relatório final. A execução teve início no ano de 2018, e finalizada em janeiro de 2020. Durante este período, foram realizadas as atividades de captura de indivíduos e aferição das medidas biométricas. Todos os peixes coletados foram identificados em campo e, sempre que possível, devolvidos à água. Os dados coletados e analisados foram enviados para a avaliação espacial e temporal, considerando: riqueza real e estimada; abundância e abundância relativa; Índice de Captura por Unidade de Esforço – CPUE; diversidade; e similaridade. Todos os parâmetros verificados entre as campanhas foram comparados e avaliados, gerando gráficos com o comportamento das variáveis ao longo do monitoramento.

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Programas Ambientais para Transmissora de Energia Porto Velho

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Ano de inicio: 2012

Status: Finalizado

Tipo de empreendimento: Linha de Transmissão

Localização: Porto Velho  Estado: RO

Ecossis Soluções Ambientais, empresa de assessoria e consultoria ambiental, executou diversos programas ambientais para Porto Velho – Transmissora de Energia. 

A Porto Velho – Linha de Transmissão, localizada no município de Porto Velho-Rondônia, para realizar o processo de obtenção da Licença de Instalação – LI e Licença de operação – LO da Subestação Coletora Porto Velho (525/230 kV) e, da Linha de Transmissão SE Coletora Porto Velho – SE Porto Velho (230kV), contratou a Ecossis Soluções Ambientais para realizar todos os programas ambientais exigidos pelos órgãos licenciadores e atender as exigências legais e instruções expedidas. 

Os programas ambientais executados foram Monitoramento de Fauna, Programa de Educação Ambiental e Programa de Comunicação Social, como parte do processo de licenciamento ambiental e manutenção da Licença de Operação da Subestação Coletora Porto Velho e da Linha de Transmissão SE Coletora Porto Velho,  localizadas no município de Porto Velho-RO. 

Na execução deste projeto foram realizadas diversas atividades, como:

  • Acompanhamento de vistorias técnicas;
  • Realização de palestras educativas e cursos aos moradores próximos ao empreendimento e funcionários envolvidos no mesmo;
  • Realização de companhas semestrais de monitoramento de fauna, contemplando a sazonalidade da região;
  • A divulgação das atividades do Programa de Comunicação Social por meio de placas de sinalização e informativos. 
  • Acompanhamento de todas as atividades de manutenção da faixa de servidão, orientando a empresa quanto às exigências legais e da Licença de Operação. 

Todas as atividades foram acompanhas pela equipe técnica especializa da Ecossis, que apresentou relatórios durante toda a execução dos Programas, contendo todos os dados, resultados e análises dos programas executados.

As exigências dos processos de licenciamento ambiental e manutenção da Licença de Operação, dos órgãos fiscalizadores, foram atendidas e o projeto entregue com sucesso. 

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INFRAERO

Gerenciamento do Risco de Fauna para INFRAERO

INFRAERO

Ano de inicio: 2019

Status: Concluído

Tipo de empreendimento: Aeroporto Internacional de Bagé – Comandante Gustavo Kraemer

Localização: Bagé

Estado: RS

Serviços Executados

Monitoramento de Fauna

Contratada pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária – INFRAERO, a Ecossis desenvolveu o Plano de Identificação do Perigo da Fauna – IPF e o Programa de Gerenciamento do Risco da Fauna – PGRF no Aeroporto Internacional de Bagé, que opera apenas voos domésticos e está localizado a aproximadamente 10 km de distância da sede municipal.

O gerenciamento do risco de fauna tem por objetivo monitorar os impactos decorrentes da instalação e operação de empreendimentos sobre as comunidades biológicas adjacentes. Através dele, se torna possível avaliar e entender as alterações às quais estão submetidas as comunidades de fauna estudadas, e assim, planejar e colocar em prática ações que visam minimizar e mitigar problemas ambientais provocados por empreendimentos potencialmente impactantes.

No Plano de Identificação da Fauna elaborado pela Ecossis para o aeroporto internacional de Bagé foi abordado preliminarmente o problema, identificadas as espécies de fauna presentes no aeródromo e no seu entorno, embasando a definição das ações de mitigação. Na sequência, foi estruturado o Programa de Gerenciamento do Risco da Fauna – PGRF, definindo metodologias e procedimentos de gerenciamento permanente do risco provocado às operações aéreas. Os trabalhos tiveram duração de 12 meses e foram realizados em conformidade com os requisitos legais estabelecidos no Regulamento Brasileiro da Aviação Civil – RBAC nº 164/2014, de modo a minimizar o risco de colisões entre a fauna e aeronaves no sítio aeroportuário, mantendo o nível adequado de segurança.

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Monitoramento Ambiental para a CORSAN

Monitoramento Aquático para Corsan

Monitoramento Ambiental para a CORSAN

Ano de inicio: 2018

Status: Concluído

Tipo de empreendimento: Barramento para Abastecimento Público no Arroio Passo do Portão

Localização: Glorinha

Estado: RS

Serviços Executados

Monitoramento de Fauna

A CORSAN – Companhia Riograndense de Saneamento contratou a Ecossis para realizar o Monitoramento de Invertebrados Aquáticos Bentônicos do Arroio Passo do Portão, localizado no município de Glorinha/RS. O objetivo deste monitoramento foi caracterizar a estrutura e funcionamento da comunidade de invertebrados aquáticos bentônicos, gerando subsídios para avaliar previamente os potenciais impactos que são causados a este grupo faunístico pela implantação de barramento definitivo, e propondo medidas para sua conservação.

A área onde foi realizado o estudo compreende o Arroio Passo do Portão, sendo 2 (dois) pontos de coleta e monitoramento a montante e 2 (dois) pontos a jusante do barramento de nível provisório, de enrocamento, junto à captação de água bruta no município de Glorinha, bacia hidrográfica do Rio Gravataí, Área de Proteção Ambiental – APA do Banhado Grande. As ações realizadas durante a execução deste projeto, entre dezembro de 2018 e dezembro de 2020, foram:

  • Caracterização da comunidade de invertebrados aquáticos bentônicos a montante e a jusante do barramento de nível provisório;
  • Determinação da riqueza e abundância relativa das principais famílias encontradas entre os pontos de monitoramento;
  • Determinação da densidade, diversidade de Shannon-wiener, equitabilidade de Pielou (J) e similaridade de Jaccard (J);
  • Avaliação das variações espaciais e temporais da composição, estrutura e funcionalidade da comunidade de invertebrados aquáticos bentônicos, comparando as variações de ocorrência nos distintos pontos amostrais;
  • Reconhecimento da variação temporal de parâmetros abióticos e sua relação com a comunidade de invertebrados aquáticos bentônicos;
  • Determinação dos potenciais impactos a este grupo faunístico pela implantação do barramento definitivo e;
  • Proposição de medidas para sua conservação.
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INFRAERO

Manejo de fauna aeroporto Santos Dumont-RJ

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Ano de inicio: 2020

Status: ATIVO

Tipo de empreendimento: Aeroporto

Localização: Rio de Janeiro  Estado: RJ

A Ecossis Soluções Ambientais iniciou em outubro de 2020, a execução do projeto de Manejo de Fauna no Aeroporto Santos Dumont, no município do Rio de Janeiro/RJ para a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária – INFRAERO. 

Construído na década de 30 sobre um aterro à beira da Baía de Guanabara, o aeroporto Santos Dumont foi o primeiro aeroporto exclusivamente civil a ser inaugurado no Brasil. Atualmente, é o segundo aeroporto mais movimentado do estado do Rio de Janeiro depois do Aeroporto Internacional do Galeão e o sétimo mais movimentado do Brasil, em 2018. 

Este complexo aeroportuário está instalado em uma área de 833 mil metros quadrados, contando com duas pistas de pousos e decolagens com capacidade para 29 operações por hora, e dois terminais de passageiros, sendo um terminal de embarque e outro para desembarque. Essa estrutura oferece a capacidade para atendimento de 9,9 milhões de passageiros por ano, segundo a Infraero. 

Diversas condições presentes no aeroporto e seu entorno podem favorecer a presença de fauna que, por sua vez, aumenta a probabilidade de sua interação com aeronaves. Dessas interações, as colisões entre fauna, notadamente aves, e aeronaves, são as que mais representam risco à segurança da Aviação Civil. 

Objetivando reduzir os riscos dessas colisões, faz-se necessária a execução de ações de Manejo de   Fauna, contemplando a proposição, a implementação e o monitoramento de medidas mitigadoras e preventivas com relação ao risco da fauna no aeroporto. 

As atividades previstas na execução deste projeto são: 

  • ATIVIDADES DE VISTORIA E DE MONITORAMENTO: Vistoria do sítio aeroportuário, identificação e vistoria dos potenciais focos atrativos de fauna, registros de dados qualitativos e quantitativos da fauna encontrada, identificação dos indivíduos da fauna envolvidos em colisões com aeronaves, vistoria da área de segurança aeroportuária (ASA). 
  • MANEJO E MONITORAMENTO DE FAUNA: Proposição de manejo direto e indireto da fauna e dos focos atrativos, levantamento censitário com foco em aves e de focos atrativos na ASA, análises (Indicadores do Risco de Fauna) 
  • AÇÕES DE MITIGAÇÃO DO RISCO DA FAUNA: Mapeamento, identificação e monitoramento de focos atrativos. 
  • AFUGENTAMENTO, CAPTURA, RESGATE E DESTINAÇÃODOS ANIMAIS; 
  • ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CAPACITAÇÕES: Confecção de Materiais informativos, realização de palestras, cursos, treinamento e capacitações. 

A duração prevista deste projeto é de 30 meses. 

Além das atividades e ações previstas no projeto, a Ecossis também contribuirá com a exposição “Nas Asas da Ciência – Um Voo pelas Ilhas Cagarras”, com tema central sobre a biodiversidade do Monumento Natural das Ilhas Cagarras (MONA Cagarras), que acontecerá no Aeroporto Santos Dumont no período de 21 de dezembro de 2021 a 21 de fevereiro de 2022.  

A exposição é uma parceria do Museu Nacional Do Rio de Janeiro, ICMBIO, Infraero, Instituto Ecossis, Projeto Ilhas do Rio e EMOB-Life. 


Noticias do projeto:

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