Dia: 20 de junho de 2018

Levantamento Georreferenciado

Levantamento Georreferenciado

Levantamento Georreferenciado é a localização e identificação de toda paisagem e/ou entidade existente na superfície terrestre, com a utilização de coordenadas geográficas conhecidas.

Para georreferenciar algo na superfície, é necessário o conhecimento das coordenadas dos vértices desse objeto, e para isso, utilizam-se técnicas e equipamentos tecnológicos. Hoje, existem várias metodologias para esse levantamento, cada uma delas possuí uma particularidade – e essa escolha é feita mediante o objetivo do levantamento.

Existem basicamente três tipos de levantamentos:

  • O planimétrico – horizontal (X e Y);
  • O altimétrico – vertical (Z) e;
  • A mescla dos dois, o levantamento planialtimétrico – horizontal e vertical (X, Y e Z).

Todos são de suma importância para auxílio nas tomadas de decisão por parte de gestores, sejam eles públicos ou privados, pois desta forma, podemos medir áreas, distâncias e volumes em sua propriedade ou cidade.

Quando e por que eu devo investir em Georreferenciamento?

Sempre que houver a necessidade de gestão territorial em sua propriedade, ou de entidades em superfície terrestre, como por exemplo, pilha de rejeitos, pilha de minério, etc, haverá a necessidade do levantamento georreferenciado.

Dessa forma, podemos obter volumes de minérios, volumes de madeira, sacas de colheita, galões de fertilizantes, entre outras finalidades mais urbanas, exemplo, cadastro multifinalitário.

Não implicando diretamente na Gestão Agrária do Brasil, – como por exemplo, Georreferenciamento de Imóveis Rurais, previsto na Lei 10.267/2001 que exige que os imóveis rurais com área superior a 500ha sejam georreferenciados – não há necessariamente uma legislação que obrigue o uso de georreferência em propriedades ou cidades.

A necessidade surge na gestão e planejamento territorial, onde for necessário obter informações precisas do que há sobre a superfície terrestre. E nesses casos, o georreferenciamento se mostra como uma poderosa ferramenta de auxílio.

De que forma é feito o Levantamento Georreferenciado?

A ECOSSIS trabalha coma sua expertise em alta tecnologia atendendo todas as demandas de levantamentos georreferenciados de forma customizada, reduzindo o tempo de execução e ampliando a qualidade na precisão dos dados levantados com a escolha certa da metodologia.

Existem inúmeras metodologias e equipamentos para executar uma demanda georreferenciada. A ECOSSIS busca no mercado de VANT o equipamento ideal para atender a precisão necessária ao objetivo do seu levantamento, com rapidez, customizando tempo, investimento e equipe.

É feito o planejamento do voo da área a ser levantada no escritório e após, o tratamento e equalização das imagens coletadas. Nessa coleta estão inclusos pontos geométricos e hortométricos, garantindo a precisão horizontal e vertical com coordenadas X, Y e Z.

Com isso obtemos imagens georreferenciadas mantendo precisão nas medidas de distâncias, áreas e volumes no terreno.

O equipamento carrega embarcado sensores de alta tecnologia capazes de coletar informações de várias temáticas diferentes, como por exemplo, nuvens de pontos de controle para informações altimétricas, imagens termais ou até mesmo imagens coletadas com sensores infravermelho, que auxiliam nos cálculos da biomassa de lavouras, previsão de safra e agricultura de precisão.

Por que eu devo contratar o Levantamento Georreferenciado da Ecossis?

E Ecossis trabalha com equipamentos e softwares de alta tecnologia capazes de atender a sua demanda de georreferenciamento com a precisão necessária para o seu objetivo.

A equipe da ECOSSIS possuí técnicos altamente capacitados para avaliar os requisitos necessários para a escolha da metodologia que melhor vai se adequar ao seu projeto. Dessa forma, garantimos a alta qualidade nos produtos entregues.

Venha conversar com um dos técnicos da Ecossis para sabermos de que forma podemos lhe atender!

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Geração de Modelos e Topografia com VANT

Para determinados segmentos, o mapeamento em 3D do terreno é de suma importância nas tomadas de decisão, principalmente quando se trata de inspeções de segurança, análises ambientais, planejamento da expansão urbana e demais organizações do espaço.

Modelo 3D de terreno é a representação em terceira dimensão da topografia do terreno e seus acidentes geográficos. Essa representação é feita geralmente em formato matricial (imagem) e oriunda através de métodos topográficos (topografia clássica – diretamente no solo). Ou ainda, fotogramétricos (VANT, aviões, satélites, etc – fora do solo), que originam um Modelo Digital de Superfície (MDS) obtendo assim o seu relevo.

A tecnologia auxiliou muito para que os mapeamentos fossem feitos com custos cada vez mais baixos e tempo de execução cada vez menores, sem falar na extensão de terra a ser mapeada, onde muitas vezes é impossível levar profissionais a campo.

Com isso, surgiram os primeiros aviões equipados com sensores para captura de fotografias aéreas do terreno, e desse modo, para muitos locais não havia mais a necessidade de percorrer todo o terreno em solo.

Passados alguns anos, surgiram as primeiras imagens de satélite e agora com o uso dos VANTs (Veículo Aéreo Não Tripulado), é possível fazer todo o levantamento em poucos minutos sem que o operador percorra o terreno em campo, com um custo muito abaixo da topografia tradicional.

O que é um VANT?

Vant é um Veículo Aéreo Não Tripulado utilizado para inúmeras finalidades, restrito apenas pela imaginação e capacidade de voo do equipamento. É comum utilizarem o termo DRONE para esses equipamentos, porém, não é o mais correto. DRONE é um termo inglês que significa zangão, justamente pelo zumbido feito pelas hélices do veículo.

Para entendermos o que são esses veículos aéreos, modelos e espécies, recorremos ao “Regulamento Brasileiro da Aviação Civil Especial – RBAC-E n°94”, onde diz que existem basicamente 2 categorias de equipamentos:

  • AEROMODELO (DRONE): finalidade exclusiva de recreação;
  • RPA: Sistema de Aeronave Remotamente Pilotada (Remotely-Piloted Aircraft System). Aeronave não tripulada com estação de pilotagem remota e finalidade diversa de recreação (Aeronave Remotamente Pilotada) utilizada para fins de pesquisa e comerciais.

A Lei também cita que não há restrições para compra de DRONES, nem para o uso de licenças desde que a finalidade seja para diversão. Essa prática (aeromodelismo) é regulamentada pela “Portaria DAC n° 207”, de 07 de abril de 1999, expedida pelo Ministério da Aeronáutica.

Já para o uso comercial ou profissional (VANT), é necessário o uso de licença. Existem apenas 2 tipos de licença para essa finalidade:

  • AIC: Circular de Informações Aeronáuticas para uso comercial;
  • CAVE: Certificado de Autorização de Voo Experimental para para fins de pesquisa.

A Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 100-40, estabelece os procedimentos, enquadramentos técnicos e parâmetros necessários para a utilização de cada aeronave de RPAs.

VANT e DRONE traduzem basicamente o mesmo equipamento, porém, o termo VANT é mais usado para uso comercial e profissional. Uma diferença significativa entre DRONE e VANT é que o VANT vai além de simplesmente voar, ele é capaz de executar uma tarefa ou serviço com outros equipamentos embarcados, como por exemplo, sensores e câmeras.

Por que utilizar um VANT?

Basicamente, um VANT é muito utilizado em trabalhos onde a utilização de um profissional demandaria muito tempo de execução ou uma logística muito cara. Por exemplo, o mapeamento de uma grande extensão de terra, onde há poucos anos era feito com o uso de aviões locados com uma equipe completa e de sensores embarcados com um custo bastante elevado.

Hoje, podemos fazer o mesmo em poucas horas com único operador. O mesmo ocorre com inspeções, que devem ser feitas por profissionais qualificados, porém, a necessidade de o profissional estar de fato no local, como por exemplo em barragens e edificações, pode ser feita por uso de VANT e o profissional analisará posteriormente as imagens e vídeos para fazer o laudo da inspeção.

Com o uso de VANT, reduzimos tempo e custo e aumentamos a segurança na execução de diversos projetos sem perder a qualidade e a precisão dos dados levantados.

Como é feito o mapeamento por VANT?

São basicamente necessárias 3 etapas:

  1. Planejamento de voo: elaborado em software específico no escritório;
  2. Coleta de dados: o voo propriamente dito;
  3. Processamento de dados: processamento e geração dos produtos em software específico em escritório.

Os dados coletados são inúmeras imagens aéreas, vídeos e pontos de controle com coordenadas geográficas e cotas altimétricas obtidos através de sensores embarcados no VANT. Há a necessidade de tratamento, processamento e equalização dos dados para que o produto que será gerado seja visualmente perfeito e cartograficamente preciso.

As imagens georreferenciadas obtidas pelo VANT podem ser convertidas em vetores para se trabalhar em SIG (Sistema de Informações Geográficas), construindo assim um banco de dados geográfico.

A escolha do modelo ideal de VANT para cada finalidade é uma das etapas mais importantes para o sucesso do projeto. A ECOSSIS tem a equipe certa para executar projetos com uso de VANT que irão atender a sua necessidade com a precisão cartográfica correta de seu mapeamento.

Entre em contato e solicite a visita de um dos técnicos da ECOSSIS!

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Cadastro Ambiental Rural – CAR

Em meio a tantos problemas ambientais, principalmente no que diz respeito as áreas protegidas e florestas nativas, o governo cria um registro público, em um sistema eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rurais como mais uma medida protetora ao meio ambiente.

Regulamentada pela Instrução Normativa do Ministério do Meio Ambiente n° 2 de 05/05/2014, a Lei 12.651/2012 que dispõe sobre a proteção da vegetação nativa, cria o Cadastro Ambiental Rural – CAR. Ele tem a finalidade de cadastrar as Áreas de Preservação Permanente e demais zoneamentos com função de preservar o meio ambiente e até mesmo compensar áreas degradadas.

A ideia é que por meio da inscrição no Sistema de Cadastro Ambiental Rural – SISCAR (sistema gerenciador dos dados ambientais), o governo possa fazer gestão sobre o uso e ocupação do solo, bem como o planejamento ambiental territorial.

O art. 2° do Decreto 7.830 de 17/10/2012 que estabelece as normas de carácter geral para o CAR, define alguns conceitos importantes para entendermos o processo de cadastro dos imóveis rurais:

  • O inciso I cita que Sistema de Cadastro Ambiental Rural – SISCAR é o sistema eletrônico de âmbito nacional destinado ao gerenciamento de informações ambientais dos imóveis rurais;
  • o inciso II define o CAR como registro eletrônico de abrangência nacional é obrigatório para todos os imóveis rurais;
  • o inciso III trata do Programa de Regularização Ambiental – PRA como documento formal para firmar um compromisso em manter, recuperar ou recompor as áreas de preservação permanente, de reserva legal e de uso restrito do imóvel rural, ou ainda compensar áreas de reserva legal.

Quando e por que eu devo fazer o CAR de meu imóvel rural?

O inciso III do art. 2° do Decreto supracitado, deixa claro a obrigatoriedade do Cadastro Ambiental Rural para todos os imóveis rurais. Além disso, os proprietários perderão os créditos e financiamentos agrícolas não estando com os seus cadastros em dia.

A Lei Nº 13.295, de 14 de Junho de 2016, em seu art. 29°, parágrafo 3°, estabelece que os proprietários deveriam fazer a inscrição no CAR até 31 de dezembro de 2017. Porém, o Presidente Michel Temer prorrogou o prazo para 31 de maio de 2018.

Quais as vantagens de fazer o Cadastro Ambiental Rural?

Logo no art. 78-A, fica estipulado que as instituições financeiras só concederão crédito aos proprietários que estejam inscritos no CAR, deixando claro a necessidade de fazer o cadastro.

Além das instituições financeiras negarem créditos, o proprietário fica impossibilitado de requisitar outorgas, autorizações, averbações, etc, para o seu imóvel até que seja regularizado o seu cadastro ambiental. Ou seja, a propriedade fica desassistida pelo governo e pelas instituições financeiras.

Como eu devo fazer o Cadastro Ambiental Rural?

O cadastro é de inteira responsabilidade do proprietário. Porém, com os profissionais altamente capacitados, a ECOSSIS lhe dará a assessoria necessária do início ao fim do processo de cadastro juntamente aos órgãos responsáveis de maneira ágil e eficiente para que sua propriedade fique seja regularizada.

Entre em contato e saiba mais sobre como a Ecossis pode te ajudar!

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Supervisão ambiental em obras

Supervisão Ambiental em Obras

A construção civil é uma atividade de significativo potencial de impacto ambiental. Estes impactos estão diretamente relacionados à alta geração de resíduos sólidos, à contaminação de solo e lençol freático, emissão de poluentes atmosféricos emitidos por maquinários, geração de efluentes sanitários, à impactos na fauna e flora local, impactos na população do entorno, entre outros fatores que exigem medidas de prevenção e monitoramento.

Deste modo, a Supervisão Ambiental em Obras tem como objetivo fiscalizar, acompanhar e orientar todos os envolvidos na obra no que se refere às exigências estabelecidas nas condicionantes das licenças ambientais, bem como, favorecer ações que tornem o processo de construção mais sustentável.

Para que isso aconteça, é necessária a implantação de medidas preventivas, mitigadoras e compensatórias, previstas no processo de licenciamento ambiental, bem como o atendimento da legislação ambiental vigente durante a fase de implantação do empreendimento.

Por que é necessário realizar a supervisão ambiental em obras?

A Supervisão Ambiental em Obras é um serviço que irá realizar a gestão de todas as medidas mitigadoras e compensatórias solicitadas pelo órgão ambiental. Deste modo, será um serviço responsável por atender a legislação vigente, bem como cumprir com as necessidades exigidas na etapa de licenciamento, a fim de evitar ações passiveis de multas.

Além de atender as necessidades exigidas pela legislação, este serviço também tem o propósito de estabelecer alternativas ambientais capazes de reduzir custos relacionados, por exemplo, com a excessiva geração de resíduos sólidos.

O órgão ambiental não solicitou este serviço para minha obra, é importante à sua contratação?

Sim, este serviço irá contemplar a gestão ambiental do empreendimento, abrangendo todos os aspectos referentes ao meio ambiente. Sendo assim, esta supervisão estará diretamente relacionada a coordenação e execução de outros programas ambientais exigidos por órgãos ambientais, sendo eles:

  • Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos da Construção Civil (PGRCC);
  • Plano de Controle Ambiental (PCA);
  • Plano Básico Ambiental (PBA);
  • Plano Ambiental de Construção (PAC);
  • Entre outras exigências de controle ambiental.

Qual legislação trata sobre este assunto?

O Art. 225 da Constituição Federal de 1988, incumbe ao Poder Público a necessidade da realização de estudo prévio para levantamento dos impactos ambientais. Esta atribuição é dada para a instalação de obras ou atividades potencialmente poluidoras ao meio ambiente.

Com base nesta definição, cabe ao poder público avaliar o impacto ambiental de determinado empreendimento e assim, solicitar estudos específicos que avaliem o potencial destes impactos, bem como as medidas mitigadoras mínimas para tal.

No processo de licenciamento ambiental, o início das obras é permitido apenas após a emissão da Licença de Instalação (LI). Para solicitação desta licença, o órgão ambiental estadual ou municipal, pede a apresentação dos projetos e programas ambientais relativos à atividade ou empreendimento proposto.

Como este serviço é realizado?

Este serviço contempla o acompanhamento permanente ou periódico a ser realizado por um profissional da Ecossis Soluções Ambientais. Em um primeiro momento, é realizada a identificação dos programas ambientais e medidas de controle solicitadas pelo órgão ambiental, na qual devem ser trabalhadas dentro de um sistema de gestão ambiental.

Após a identificação destas condicionantes, se inicia a etapa de execução dos programas, com objetivo de atender aos requisitos solicitados, bem como buscar alternativas de melhoria continua em todas as etapas do processo da obra.

Como atendimento das condicionantes da licença ambiental, são realizados relatórios periódicos que compõe os registros das atividades realizadas no período, assim como a proposição de metas para cada etapa.

Quais as vantagens de realizar esse serviço com a Ecossis Soluções Ambientais?

A Ecossis Soluções Ambientais é uma empresa com experiência na elaboração deste estudo, possuindo profissionais experientes para executar as atividades exigidas pelos órgãos competentes. Além do atendimento dos aspectos legais, procuramos planejar estratégias que apresentem soluções ambientalmente eficazes para redução de custos e do uso excessivo de recursos naturais

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Resgate de flora

Resgate de Flora

O resgate de flora envolve a remoção de espécimes vegetais de seu local de origem, e posterior replantio em área ecologicamente semelhante.

Toda a instalação de empreendimentos que envolva a supressão de vegetação nativa está condicionada, além da compensação ambiental, à proteção de espécimes importantes da flora existente na área a ser afetada. A isto, atrela-se o resgate da flora.

Seja através do seu transplante direto, ou pela coleta de sementes e mudas de diferentes indivíduos para posterior replantio, com o fim de preservar a diversidade genética do local impactado.

Os benefícios do resgate de flora

O resgate de mudas especificamente, também diminui os custos de instalação do empreendimento. De que forma? Como dito, a supressão da vegetação nativa é condicionada à compensação ambiental, em muitos casos, requerida na forma de plantios compensatórios de mudas.

O resgate de mudas diminuí o custo com a aquisição destas em viveiros. Além disso, as mudas resgatadas possuem maiores chances de sobrevivência quando comparadas as de viveiros, por terem se desenvolvido sob as condições e privações locais, o que acaba também por reduzir os custos com eventuais replantios, inerentes a todo plantio.

É quase regra a solicitação pelos órgãos ambientais licenciadores o transplante de dois grupos de vegetais:

  •  indivíduos de espécies com algum grau de ameaça de extinção, conforme as listas estaduais e/ou nacionais da flora ameaçada;
  • e os indivíduos de espécies protegidas por alguma legislação específica, caso das figueiras nativas no estado do Rio Grande do Sul, declaradas imunes ao corte pela Código Florestal Estadual (Lei nº 9.519/1992).

O porte dos espécimes a serem resgatados pode variar, desde indivíduos pequenos como bromélias, que se desenvolvem sobre os galhos de árvores, até o transplante de indivíduos de grande porte como figueiras. Para cada porte existente existe uma metodologia apropriada de remoção, acondicionamento e realocação dos espécimes.

As ferramentas e equipamentos envolvidos podem variar desde pequenas espátulas, passando por equipamentos de escalada, até o uso de retroescavadeiras e caminhões. A eficácia ou não dos transplantes está diretamente relacionada com o planejamento prévio das técnicas a serem empregadas ao longo do processo, devendo ser considerados os seguintes quesitos:

  • Identificação e Marcação dos Indivíduos;
  • Definição do Local do Replantio;
  • Equipamentos;
  • Podas;
  • Remoção do indivíduo;
  • Acondicionamento;
  • Transporte;
  • Replantio;
  • Irrigação
  • Tutoramento e Amarração;
  • Tratos Culturais.

O conhecimento da ecologia das espécies envolvidas no processo também é fundamental, havendo um rol de espécies pouco tolerantes a transplantes, com índices de sobrevivência não elevados, devendo os cuidados com estas serem redobrados.

Este serviço, em geral, está correlacionado à uma fase crucial da instalação do empreendimento, logo em seu início. E a realização de um serviço sem respeitar as normas de segurança, melhores práticas e sem um compromisso com o sucesso do resgate pode gerar transtornos, críticas da comunidade, multas, gastos para refazer o serviço, acidentes e até mesmo embargos à obra.

Por que contratar este serviço com a Ecossis?

A Ecossis conta com profissionais qualificados, com ampla experiência no ramo, preparada, habilitada e treinada para prestar este serviço em qualquer estado, em qualquer porte. Confira nosso portfólio de cases, e veja para quem trabalhamos.

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Monitoramento Vegetal

Monitoramento Vegetal

O monitoramento vegetal possui a função de verificar e monitorar desde florestas naturais, florestas oriundas de plantio compensatório, PRAD (Programa de Recuperação de Área Degradada), ou até mesmo indivíduos isolados oriundos de processos de transplantes vegetais.

Na maioria dos casos, todo vegetal que necessita acompanhamento, seja plantado ou uma cobertura vegetal remanescente, é resultante de áreas alteradas pela implantação ou operação de algum empreendimento.

A legislação ambiental não aborda especificamente questões associadas ao monitoramento vegetal. Mas geralmente, esse acompanhamento é exigido na forma de condicionante ambiental de empreendimentos que tiveram a obrigatoriedade de executar um projeto de reposição florestal, PRAD, ou qualquer tipo de intervenção em vegetação nativa.

O monitoramento vegetal é solicitado pelos órgãos ambientais na forma de Programa Ambiental, podendo ter frequência de acompanhamento mensal, trimestral ou semestral com a entrega de relatórios anuais.

Como funciona o monitoramento vegetal da Ecossis?

A Ecossis executa todos os tipos de programa de monitoramento da vegetação. A cada vistoria realizada, conforme a frequência e necessidade da área monitorada, são avaliadas as condições de medra, o estado fitossanitário dos vegetais plantados ou transplantados, a verificação de ocorrência de predação ou ataque por parasitas e/ou insetos, e a caracterização geral das condições de regeneração, sempre em comparação com as comunidades vegetais naturais remanescentes caso houver.

Todos os procedimentos em campo são executados por equipe experiente, capaz de avaliar e caracterizar o aspecto geral de cada plantio independente do local, com fornecimento de relatórios técnicos, registros fotográficos e mapa georreferenciado.

Entre em contato com a Ecossis em algum de nossos canais de comunicação, e solicite um orçamento para executar o programa de monitoramento de seu plantio compensatório ou área em recuperação!

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Monitoramento de Processos Erosivos

Obras para construções de empreendimentos podem exigir uma grande movimentação de solo, movimentação de veículos pesados e supressão vegetal. Essas atividades aliadas a regiões suscetíveis a erosão, principalmente em relevos acidentados e encostas, poderão gerar focos de processos erosivos e afetar o solo, corpos hídricos e vegetação, sendo que as condições e pedológicas e climáticas também contribuem para a fragilidade do sistema local.

A fim de evitar a instalação e evolução de processos erosivos, é realizado o monitoramento desse processo antes, durante e após as obras, a depender do tipo de atividade a ser realizada, visando identificar e caracterizar os locais naturalmente suscetíveis a erosão.

O que é um processo Erosivo?

A erosão refere-se à retirada, remoção e transporte de partículas de solo em uma determinada área, ocorrendo por agentes externos, sendo que consiste no desgaste da superfície terrestre. É um processo natural, entretanto, a ação humana pode contribuir para sua instalação e intensificação.

Por que realizar o monitoramento de Processos Erosivos?

Processos erosivos descontrolados podem trazer grande prejuízo para o meio ambiente, pois causam o desgaste do solo, altera a qualidade das águas, dificulta a manutenção de espécies animais e vegetais, além de prejudicar atividades humanas, causando o assoreamento de reservatórios e possíveis instabilidades de taludes.

Através do monitoramento, as áreas suscetíveis ou com processos erosivos serão identificadas e medidas mitigadoras ou corretivas podem ser aplicadas para a contenção da evolução dos mesmos, garantindo a integridade do empreendimento.

Existe legislação para o monitoramento?

Não existe legislação específica para a realização do monitoramento de processos erosivos, porém, o mesmo é requisitado pelos órgãos ambientais e se encontra atrelado as condicionantes das licenças ambientais, tendo em vista a Política Nacional do Meio Ambiente disposta pela Lei Federal nº 6.938, de 31 de agosto de 1981 que aponta como objetivo principal a preservação ambiental.

Como é realizado o serviço?

Para a execução do monitoramento de processos erosivos, são realizadas vistorias periódicas nos locais de realização das obras e após o seu término, a fim de identificar e caracterizar as áreas suscetíveis ou com focos erosivos.

Após realizar esta identificação, os focos erosivos serão classificados quanto ao grau de severidade e o monitoramento será realizado a fim de avaliar a evolução dos mesmos através do uso do registro fotográfico ou de técnicas específicas.

Para os casos em que o grau de severidade seja baixo, a única intervenção utilizada é o isolamento da área, a fim de que a mesma se recupere naturalmente. Nos casos mais intensos, deverão ser propostas medidas cabíveis para a estabilização das áreas fragilizadas para prevenir a evolução do processo e até mesmo solapamentos/deslizamentos.

As medidas variam de acordo com o tipo de processo erosivo, declividade, tipo de solo e clima da região, sendo que devem ser avaliadas por técnicos habilitados.

Após a implantação das medidas de controle e/ou mitigação, o monitoramento deve continuar até que a área esteja completamente recuperada e livre de processos erosivos.

Quais as vantagens de realizar esse monitoramento com a Ecossis?

A Ecossis Soluções Ambientais possui equipe técnica com experiência no Monitoramento de Processos Erosivos. Através da identificação e caracterização da área fragilizada, buscaremos as medidas mais eficientes de monitoramento e controle dos processos erosivos e garantiremos a recuperação dos mesmos.

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Monitoramento de Macrófitas

As macrófitas aquáticas constituem um grupo de plantas aquáticas. Podem ser encontradas nas margens e áreas mais rasas de rios, reservatórios, lagos, cachoeiras e áreas alagadas, sendo organismos com importante papel nos ecossistemas aquáticos, pois servem de base da cadeia alimentar neste meio.

Apesar de sua importância ecológica, diversos problemas ocorrem quando, a partir da maior disponibilidade de nutrientes (Nitrogênio e Fósforo) no ambiente aquático, as macrófitas aumentam em densidade e formam extensos bancos emersos ou submersos.

O crescimento explosivo dessas plantas tem a potencialidade de cobrir todo o espelho d’água ou o fundo de lagos ou reservatórios, comprometendo empreendimentos dos setores hidrelétrico, infraestrutura e saneamento, bem como a população em geral que dependa diretamente dos recursos hídricos.

Quando realizar o Monitoramento de Macrófitas?

O Monitoramento de Macrófitas trata especificamente do acompanhamento e controle de áreas específicas em ambientes aquáticos com potencial risco de proliferação ou já infestados com esse grupo de plantas aquáticas.

Sua implementação é fundamental para direcionar as ações de controle e monitoramento no desenvolvimento dessas plantas para não chegarem a níveis prejudicais à sociedade. Portanto, tal atividade deve sempre ser considerada em qualquer programa de gestão da qualidade da água e sedimento dos reservatórios.

A legislação ambiental vigente não aborda diretamente questões associadas a macrófitas aquáticas. Comumente, esse programa é exigido na forma de condicionante de licença de operação e outorgas de empreendimentos com formação de reservatórios.

O monitoramento de macrófitas é solicitado pelos órgãos ambientais na forma de Programa Ambiental, podendo ser específico para macrófitas ou na forma de subprograma inserido nos Programas de Qualidade da Água.

A Ecossis executa o monitoramento de macrófitas com o objetivo de identificar as espécies de macrófitas aquáticas ocorrentes nas áreas de influência (drenagem) dos empreendimentos formadores de reservatórios, com a localização e mapeamento dos locais de ocorrência e com potencial invasor.

Estabelecendo critérios de risco de dispersão e proliferação conforme as características da área monitorada, expressando os resultados na forma de relatórios técnicos, contemplando a discussão dos dados obtidos em campo com a bibliografia técnica disponível.

Por que realizar o Monitoramento de Macrófitas com a Ecossis?

A Ecossis conta com equipe experiente na execução do monitoramento de macrófitas aquáticas, com equipamentos próprios e suficientes a atender empreendimentos de diferentes portes, como veículos 4×4 e embarcações adequadas a quaisquer condições de navegabilidade.

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Monitoramento de Fauna

O Monitoramento de Fauna tem por objetivo monitorar os impactos decorrentes da instalação e operação de empreendimentos sobre as comunidades biológicas adjacentes.

Através dele, se torna possível avaliar e entender as alterações às quais estão submetidas as comunidades de fauna estudadas, e assim, planejar e colocar em prática ações que visam minimizar e mitigar problemas ambientais provocados por empreendimentos potencialmente impactantes.

Mamíferos, aves, anfíbios e répteis, e peixes são os grupos mais comumente monitorados, com destaque para os dois primeiros, dependentes das boas condições da flora para o seu pleno desenvolvimento. Não é raro também o monitoramento de insetos e fito e zooplânctons.

Muitas espécies são bioindicadores da qualidade de ecossistemas e sua simples presença ou ausência em determinado local permite inferir sobre a qualidade do ambiente.

Quando e por que o Monitoramento de Fauna é necessário?

Programas de Monitoramento de Fauna são geralmente solicitados quando a instalação ou operação de determinado empreendimento tem impacto sobre áreas naturais de significativo tamanho, como hidrelétricas, PCH’s ou CGH’s, ou linhas de transmissão de energia.

Além da área a ser diretamente afetada pelo empreendimento, as intervenções a serem causadas no ambiente podem impactar diretamente o fluxo, composição e abundância das espécies no local. Isto pode indiretamente favorecer o estabelecimento de outras espécies, por vezes exóticas, com elevado potencial invasor.

Como são realizados os monitoramentos?

Avifauna: Reconhecidas como os melhores bioindicadores de ecossistemas terrestres, principalmente florestais, as aves ocupam diferentes nichos, desde o solo até o dossel das matas. Seu monitoramento pode ser realizado através de observações, seja através de caminhamentos ao acaso, ou pelo método reconhecido como mais eficiente, com o registro em pontos fixos distribuídos na área de estudo. Em estudos mais criteriosos, ocorre a captura de aves, marcações e recapturas, realizadas com redes ornitológicas.

Mastofauna: Importantes bioindicadores, mamíferos de grande e médio porte são mais difíceis de serem registrados, visto que a maioria possui hábito noturno. O monitoramento pode ser realizado por capturas, marcações e recapturas com o auxílio de armadilhas de diversos tamanhos. O monitoramento de mamíferos de grande porte também pode ser realizado por observações direta e indiretas de indícios, tais como pegadas, fezes e pelos.

Herpetofuana: Uma série de condições ambientais precisam ser supridas para o desenvolvimento pleno da herpetofauna, em especial de anfíbios, o que os tornam bom indicadores da qualidade do ambiente. O monitoramento emprega geralmente o uso de busca ativa, quando são procurados animais ou seus vestígios, como abrigos, com ênfase para os locais que estes grupos potencialmente utilizam, como troncos, rochas, poças, vegetais, e até mesmo caliças. Outro método utilizado são as armadilhas de queda, quando são instaladas “bombonas” no solo onde o animal cai e não consegue sair.

Ictiofauna: O monitoramento de peixes geralmente ocorre como contrapartida pela instalação de empreendimentos que impactem diretamente sobre recursos hídricos, destacadamente ambientes fluviais, como a instalação de barragens. Neste caso são monitorados pontos a montante do empreendimento, utilizado como como ponto controle, durante o empreendimento, e a jusante. A captura dos animais geralmente é realizada com o uso de redes.

Quer saber mais sobre o Monitoramento de Fauna? Entre em contato com a Ecossis!

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Gestão Ambiental de APP em Reservatórios

Monitoramento da Qualidade da Água

A água é considerada um dos recursos naturais mais valiosos para a humanidade, sendo um bem essencial para sobrevivência dos organismos. Deste modo, é fundamental mantê-la em condições favoráveis para os seus mais diversos usos.

O monitoramento da qualidade da água é destinado para avaliar as condições de um corpo hídrico e assim, classificá-lo de acordo com as definições apresentadas na legislação pertinente. Desta maneira, as análises possuem grande importância, objetivando não somente o atendimento à legislação específica para tal uso, mas também para prevenção de implicações que podem ser prejudiciais ao meio ambiente e a saúde humana.

Pode-se afirmar que a água é considerada um recurso fundamental para o equilíbrio do ecossistema, sendo que o grau de sua importância faz com que atualmente ela seja uma preocupação mundial diante das significativas implicações de seu uso insustentável, das mudanças climáticas, das mudanças no uso do solo e do seu risco de escassez.

É preciso garantir a qualidade desse recurso básico, para que todos tenham direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e preservado para as futuras gerações.

Quais os órgãos e as diretrizes técnicas que contemplam este estudo?

A determinação de diretrizes capazes de conciliar os interesses públicos e privados do uso de determinada bacia hidrográfica, através de soluções igualitárias, compete aos Comitês de Bacias Hidrográficas (CBHs). Este órgão tem um importante papel na gestão das bacias hidrográficas, contando com a participação de representantes do Poder Público (esfera municipal e estadual), da sociedade civil e de usuários de água.

Para definição de determinado uso da água, bem como os padrões de qualidade específicos para cada tipo de atividade, é necessário o enquadramento do recurso hídrico com base na Resolução CONAMA 357/2005, na qual “Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes, e dá outras providências”.

Sendo assim, o enquadramento do curso hídrico deve ser estabelecido conforme o uso pretendido, determinado através de diferentes critérios relacionados as exigências físico-químicas e biológicas.

Para coleta e posterior avaliação laboratorial da qualidade da água, se faz necessário seguir determinados procedimentos de coleta e acondicionamento de amostras. Deste modo, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA), criou o “Guia nacional de coleta e preservação de amostras: água, sedimento, comunidades aquáticas e efluentes líquidos”.

O Guia é capaz de estabelecer procedimentos que previnem a contaminação das amostras, preservando a sua integridade até os procedimentos laboratoriais.

Quem fiscaliza ou solicita este estudo de Monitoramento da qualidade da água?

Este estudo está relacionado a uma determinação do órgão ambiental responsável, aplicado nas condicionantes de licenças ambientais, a fim de serem monitorados continuamente para avaliação da qualidade do corpo hídrico em questão.

Outra forma de solicitação está atrelada a uma exigência contida em termos de referência de estudos ambientais, que aplicam a necessidade da existência de planos de monitoramento para acompanhamento da qualidade de um corpo d’água durante determinado período.

Como é realizado este serviço?

Os procedimentos para realização deste serviço contemplam as seguintes fases de operação:

  • Coleta de amostras de águas superficiais e/ou em profundidade (com auxílio de embarcação),
  • Análises de parâmetros in-situ através de sonda multiparâmetros (oxigênio dissolvido, turbidez, condutividade, temperatura, pH, STD, entre outros);
  • Acondicionamento e transporte para análise laboratorial, seguindo os procedimentos estabelecidos para preservação de amostras;
  • Elaboração e execução de planos e relatórios de monitoramento da qualidade da água, contemplando a discussão do IQA (Índice de Qualidade da Água) e verificação do atendimento à Resolução CONAMA Nº 357/2005 e demais normas aplicáveis;

Quais as vantagens de executar este serviço com a Ecossis?

A Ecossis Soluções Ambientais possui uma Equipe qualificada e com experiência na realização deste estudo, sendo efetiva na execução dos serviços. Possuímos parceria com laboratórios credenciados pelo INMETRO para a realização de análises laboratoriais e contamos com equipamentos modernos e precisos para coleta das informações

Nós possuímos uma equipe multidisciplinar capaz de elaborar este serviço para sua empresa com o uso de equipamentos modernos e análises precisas. Entre em contato e entenda mais!

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